Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 31 de julho de 2022

As empresas estatais brasileiras que registraram um prejuízo de R$ 32 bilhões em 2015 no governo de Dilma Rousseff, no ano passado obteve um lucro líquido de R$ 187,7 bilhões.

O principais motivo dos resultado negativo das estatais durante o governo petista foi a política de controle de preços, que começou no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, conforme artigo publicado no jornal Valor Econômico, na sexta-feira 29.

No governo Bolsonaro, a política de combate a corrupção e o livre mercado, foram medidas necessárias para reverter a situação, e acabar com o ciclo dos megaprejuízos de estatais liderados por Petrobras, Eletrobras, Correios e Infraero.

Com o lucro de 2021, que representou o triplo do valor apurado no exercício anterior, 2020, correspondente a R$ 60 bilhões, as empresas estatais federais pagaram a título de dividendos aos acionistas e juros sobre capital próprio a quantia de R$ 101 bilhões. Especificamente para a União foram pagos R$ 43 bilhões.

Resultados positivos

A Petrobras teve resultado líquido de pouco mais de R$ 107 bilhões, responsável por 57% do lucro geral das empresas federais. Em seguida vem o setor financeiro estatal com o BNDES, lucro de R$ 34 bilhões, equivalente a 18%; Banco do Brasil, quase R$ 20 bilhões, equivalente a 10%; Caixa com R$ 17 bilhões, em torno de 9%; e Eletrobras, R$ 5,7 bilhões, ou 3%.

Somadas, essas companhias responderam por cerca de 98% do resultado líquido final das estatais federais. São 47 grupos de empresas que, com as suas subsidiárias, totalizam 134 companhias. (Fonte: Revista Oeste)

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