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Segundo Departamento de Combate aos Narcóticos dos EUA, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro é um dos maiores narcotraficantes do mundo. Naturalmente que grupos ideológicos da esquerda não aceitem qualquer menção contra seus parceiros, isso pode ser considerado como autodefesa. Na concepção desses grupos, Maduro não é ditador, Hamas não é terroristas, narcoestado não existe, corruptos não devem ser condenados…
“Até o momento, o DEA Departamento de Combate aos Narcóticos dos EUA, rastreou e apreendeu 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus associados, com quase 7 toneladas ligadas ao próprio Maduro, o que representa uma fonte primária de renda para os cartéis mortais baseados na Venezuela.
No início deste mês a atual fiscal geral ds EUA, Pamela Bondi, anunciou o aumento de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões da recompensa por informações que levem à prisão de Maduro. O DEA tem informações segura de que o presidente venezuelano tem ligação com outras organizações criminosas, como o Tren de Aragua, da Venezuela, e o Cartel de Sinaloa, do México.
DITADOR DA VENEZUELA
Em 2019 o ditador Nicolas Maduro deu um golpe nas eleições e não reconheceu a vitória de seu oponente o então deputado Juan Guaidó. Maduro acusou o deputado Gauidó de provocar um racha nas Forças Armadas Bolivarianas, para pôr fim na ditadura imposta por Hugo Chaves desde 1999.
O então procurador-geral dos EUA William P. Barr disse que “há mais de 20 anos” Maduro e seus assessores conspiraram com as guerrilhas colombianas para comercializar toneladas de cocaína para os EUA, o que classifica o ditador venezuelano e diversas autoridades do país como lideranças do chamado Cartel de los Soles.
A esquerda brasileira resiste em admitir o termo de narcoestado para os países que se utilizam do narcotráfico de forma velada ou explicita com é o caso da Colômbia, Peru, Equador e Venezuela. A esquerda busca apoio em opiniões de consultarias para defender o ditador Maduro, como da advogada Gabriela de Luca: “O que se sabe, com base em investigações sérias, é que existem sim militares e autoridades envolvidos em esquemas de tráfico, principalmente em áreas de fronteira. Mas não há provas de que exista uma estrutura centralizada, comandada pelo governo, que coloque o Estado a serviço do narcotráfico”, disse.
Na semana passada, em visita ao Paraguai, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo da Venezuela “é um grupo que está operando em águas internacionais simplesmente exportando para os EUA veneno, que está matando e destruindo a comunidade”. “O Cartel de los Soles é uma das organizações mais amplas que existem no continente. O regime de Maduro não é um governo, é uma organização criminosa”, acrescentou.
Os países considerados narcoestado estão sujeitos a uma intervenção direta de Washington, assim como ocorreu no Panamá, em 1989.
Na época, o presidente-general Manuel Noriega, foi condenado por manter relações com o narcotráfico, e foi necessária a intervenção dos EUA para combater ações do narcoestado. Fonte: Agência Brasil
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