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A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou nota no X com alertar aos ministros do Judiciário brasileiro e seus aliados
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil alertou nesta quinta-feira (7/8), em publicação no X, membros do judiciário brasileiro e aliados do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Na nota, o órgão diz que “os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar nem facilitar a conduta” do ministro.
Conforme a Embaixada, Moraes “é o principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores” e as “suas flagrantes violações de direitos humanos resultaram em sanções pela Lei Magnitsky, determinadas pelo presidente Trump”. Por fim, a instituição diz que os Estados Unidos estão “monitorando a situação de perto”.
A publicação acontece um dia após o ministro Gilmar Mendes, também, manifestr púbicamente em apoios a Moraes. Além disso, Gilmar desmentiu boatos de que o ministro estaria isolado na Corte após determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ).
“O Brasil teria se tornado um pântano institucional não fosse a ação de Moraes”, enfatizou o decano da Corte. “Não há nenhum desconforto [sobre a decisão]. O ministro Alexandre tem toda nossa confiança e apoio”, complementou.
No dia 30 de julho, Moraes foi sancionado com base na Lei Magnitsky — que resulta cancelamento do vistona, além da proibição de ter contas bancárias e investimentos no país norte-americano e nem uso de cartões de créditos vinculados a bancos internacionais dos EUA. Antes, no dia 18 daquele mês, o governo dos EUA revogou o visto de alguns ministros do Supremo e de seus familiares.
Em nome da democracia, alguns ministros da suprema corte, invocaram para si poderes divinos e passaram usar de suas funções para decidir o que é certo ou errado na luz de sua vontade, muitas das vezes distante das leis constitucionais da Carta Magna.
Fonte: Correio Brasiliense
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