Curitiba recebe, de 14 a 16 de agosto, a primeira edição do Cantate – Encontro de Canto Gregoriano e Polifonia Sacra, evento inédito que vai reunir especialistas, maestros, regentes, coralistas, pesquisadores e amantes da música...
ANÁLISE POLÍTICA
ELEIÇÕES 2022 VAI SER CALOROSA E ÁCIDA
Tudo leva a crer, que as eleições em 2022 será de predominância conservadora, na qual o povo vai buscar candidatos com viés político alinhado com os valores da família e príncipios cívicos. Há no povo uma indignação contra a corrupção, e anseio por honestidade no poder público.
O ex-juiz Sergio Moro, que usufrui de boa imagem no conceito dos paranaenses, teria mais chances se optasse por concorrer ao Senado. Acredito que mais uma vez, ele foi iludido, poderia começar na política como parlamentar, e depois partir para o Executivo. Já o senador Álvaro Dias, raposa velha, sabe que o único que poderia comprometer a sua possível reeleição seria o Moro.
Nesta eleição a terceira via será a mais disputada da história, com dois ou três candidatos. Portanto, todos vão tentar subtrair o máximo possível de eleitores, tanto da direita quanto da esquerda, em busca de pular para o segundo lugar na campanha. O ex-juiz Sérgio Moro, é o único candidato ficha limpa da terceira via, que tem o respeito e o carinho do povo brasileiro, portanto, não é dificil de imaginar que poderá logo no início da campanha conquistar para o segundo lugar.
O Partido dos Trabalhadores, com o Lula ou com um indicado [o poste] teria hoje efetivamente no máximo 27% dos possíveis eleitores, porém, no entanto, vai dividir com outros candidatos da terceira via da esquerda ou do centro, o que poderá reduzir significativamente a vantagem. Entenda o seguinte: o PT é o principal partido da esquerda, mas há outros que orbitam em sua volta, que disputam o mesmo público eleitor como: Psol, PcdoB, Rede, PSB, PSDB, PDT.
O presidente Bolsonaro, deve iniciar a campanha com os 57 milhões dos eleitores que o elegeram em 2018. Evidente que Bolsonaro perdeu alguns eleitores mediante os ataques incisivos da imprensa adversária. Porém, ganhou muitos outros eleitores de regiões que antes eram redutos absolutos da esquerda.
Percebam que a maioria das pesquisas não apresentam nenhum candidato possível de vencer Bolsonaro no primeiro turno. Todas pesquisas apresentam possibilidades com base num segundo turno, por conta das possíveis coligações, que provavelmente vão unir todos da esquerda e do centro, contra um adversário comum.
Vale lembrar, que as chamadas “grandes mídias” não tem mais o mesmo poder de persuasão de outras épocas. As redes sociais trouxeram mais inteiração e informação, e libertou o povo do cativeiro da manipulação midiática.
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