Projeto aprovado em 2º turno por 18 a 5, segue para sanção ou veto do Prefeito Eduardo Pimentel. O texto é substitutivo à proposta original sobre escolas cívico-militares. A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) confirmou, nesta quarta-feira...
O presidente Lula criticou o deputado federal licenciado, Eduardo Bolsonaro, por ter ido ao EUA para denunciar o judiciário brasileiro. Na opinião de Lula, o deputado é responsável pelo tarifaço que Trump impõe ao Brasil, “é triste que esteja acontecendo”, disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o desenvolvimento do país por meio de investimento na educação e justiça tributária. O petista, porém, criticou opositores políticos que, segundo ele, vão para fora do país para tramar e ridicularizar contra o Brasil.
Em sua fala, Lula criticou o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), acusando-o de ir aos Estados Unidos e articular, ao lado do presidente Donald Trump, o aumento de tarifas ao Brasil caso seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), continue a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com o chefe do Planalto, “os caras que faziam campanhas embrulhados na bandeira nacional, agora, vão com a desfaçatez de ‘Brasil acima de tudo, mas primeiro os Estados Unidos”.
“O filho do ‘coisa’, que é deputado federal, de forma sem vergonha, deixou a Câmara dos Deputados, foi aos Estados Unidos, pedir para o Trump fazer uma taxação no Brasil para não deixar o pai dele preso. Vocês acham que é correto? A gente já tinha Silvério dos Reis, que traiu o Tiradentes, agora temos um cara que está traindo o povo brasileiro”, criticou Lula.
Destacou que Bolsonaro não será julgado pelo governo brasileiro, mas, sim, pela Justiça. “É triste que tenha acontecido isso”, comentou, porque, segundo ele, a relação entre o país norte-americano e o Brasil “é muito séria”, com 201 anos de relação diplomática.
“Eu já lidei com o (Bill) Clinton, (Barack) Obama, (George) Bush, Hillary Clinton, (Joe) Biden, já lidei com todo mundo. Então, eu espero que o presidente dos Estados Unidos reflita a importância do Brasil e resolva fazer aquilo que no mundo civilizado a gente faz. Tem divergência? Tem. Então senta numa mesa, coloca a divergência de lado e vamos tentar resolver. Contudo, é inegável que o governo tem boa relações com dos ministros do STF, principalmente aqueles os quais ele indicou, e de certa forma supostamente exercer algum tipo de influência nas decisões. Fonte: Correio Braziliense
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