Proposta voltada à população em situação de rua estabelece critérios para a chamada internação humanizada, que poderá ocorrer nos casos em que houver risco iminente à vida da própria pessoa ou a de terceiros. O...
O jornalista Leonardo Coutinho diretor-executivo do Center for a Secure Free Society, alertou para a ameaça imediata representada da capacidade militar iraniana em território venezuelano no período de transição após a captura do ditador Nicolás Maduro. Os países narcotráfico mantém grupos terroristas como uma reserva a ser usada para atacar seus adversários, assim como o Hamas no Oriente Médio, por exemplo.
Coutinho afirmou que o regime chavista dispõe de drones iranianos da classe Mohjaer, com alcance de chegar até a Flórida, nos Estados Unidos. O Shahad 149 consolida o Irã como um dos líderes emergentes na produção de drones de combate.
Segundo Coutinho, também há o risco de que esse armamento caia nas mãos de uma dissidência militar – em um cenário de fragmentação interna – ou seja vendido para grupos como as FARC, abrindo brecha para ataques terroristas.
“A Venezuela recebeu drones, recebeu lanchas rápidas que são as mesmas que os [Rebeldes] Houthis usam para fazer os ataques deles no Oriente Médio. E os drones, da classe Mohjaer, são os mesmos drones que a Rússia realiza na guerra de agressão contra a Ucrânia. O Irã trouxe pro nosso continente, trouxe para a Venezuela, equipamentos muito modernos e que estão à disposição das forças armadas venezuelanas.
Mas o equipamento continua nas mãos das autoridades venezuelanas. Com o desmantelamento do regime, em um cenário que esse regime está cada vez mais acéfalo e sendo disputados por facções do chavismo, essas armas podem cair nas mãos erradas. Nas mãos de uma dissidência militar.
Esses drones, se acionados, têm alcance de chegar até a Flórida. São drones com boa capacidade de voo e se esses drones forem vendidos, contrabandeados para grupos como FARC… Há relatos de que há drones com menos eficiência do que os Mohjaer nas mãos desses grupos como o ELN. Se esse equipamento sai do controle, abre brecha para risco de ataques terroristas e assimétricos, como a gente chama, que são ataques de atores não-estatais podendo dar origem a conflitos locais“. Fonte: Antagonista.
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