Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 11 de agosto de 2026

Em publicação o ministro Flávio Dino, nega crise no judiciário e prefere não enxergar. Disse que as críticas ao Judiciário são motivadas por interesses ideológicos e político-eleitorais.

O judiciário brasileiro goza de pouca credibilidade, é visto pelo cidadão como a eleite do servidor público, com altos salários, mordomias e privilégios muito acima do cideadão comum, que presta um serviço precário, moroso.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino afirmou nesta terça-feira, 11, que o Judiciário não enfrenta uma crise “terminal e apocalíptica”, mas defendeu uma reforma para aperfeiçoar o sistema de Justiça.

A afirmação foi feita em uma postagem nas redes sociais em homenagem ao Dia do Advogado, celebrado nacionalmente nesta terça.

Claro que há pontos negativos em tais instituições, porém é falso que existe uma ‘crise’ terminal e apocalíptica no mundo do direito, mormente no Judiciário”, afirmou.

“Essa é uma pregação fruto, no mais das vezes, de objetivos ideológicos, oportunismos político-eleitorais e interesses econômico-financeiros. Ou, na melhor das hipóteses, esse discurso deriva de deletérios vieses de confirmação, que recortam, fraudam e moldam a realidade para ‘caber’ em estranhas hipóteses preconcebidas”, prosseguiu.

Para Dino, as pautas prioritárias para aprimorar o Judiciário seriam

  • morosidade nos processos;
  • punição aos profissionais corruptos;
  • uso e abuso da inteligência artificial;
  • precatórios fabricados e utilizados para a perpetração de crimes;
  • manutenção de “fundos” por profissionais do Direito para lavagem de dinheiro próprio ou de terceiros; e
  • compra e venda de decisões judiciais. O antagonista – foto STF divulgação

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