Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 12 de junho de 2024

“Vamos ao STF e ao MEC para barrar a privatização das escolas”, afirma deputado Arilson

Segundo assessoria de imprensa do deputado Estadual Arilson Chiorato (PT) disse que mesmo com forte apelo da comunidade escolar para que fosse retirado de pauta, o projeto que privatiza escolas públicas paranaenses foi aprovado nesta terça-feira (04/06) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O Projeto de Lei 345/2024, que recebeu 38 votos favoráveis e 13 contrários, segue para sanção do governador Ratinho. Porém, o deputado Arilson Chiorato (PT), com o apoio da Bancada de Oposição, irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Ministério da Educação (MEC).

O parlamentar, que é vice-líder da Oposição na Alep, na tarde desta terça-feira, destacou mais uma vez que o projeto contém ilegalidades, uma vez que fere a Constituição Federal. “Estamos em 2024 ou em 1964?”, questionou deputado Arilson sobre perseguição em série contra professores.

O deputado Chiorato, nesta terça-feira (11/06) disse no plenário, que há perseguição em série contra professores, que uma série de ações autoritárias executadas pela Secretaria de Estado da Educação, contra professores da rede estadual. “Estamos em 2024 ou em 1964?”, questionou deputado sobre perseguição em série contra professores”.

O parlamentar citou vários exemplos autoritários contra os educadores, como o pedido de prisão da presidente da APP-Sindicato Walkíria Mazeto, afastamentos de diretores contrários a privatização e o pedido de sigilo a documentos da SEED por cinco anos.

“Estamos caminhando a passos largos para 1964. Segundo o deputado foi uma manifestação legítima pela comunidade escolar do Paraná, formada por professores, alunos e pais.

“Outra denúncia gritante, que recebi, foi a manipulação do sistema de chamada dos alunos, que é online atualmente”: Chiorato questiona a manipulação do Governo do Estado, por haver usado o sistema digital para fazer chamada em nome dos professores grevistas, isso foi o motivo pelo qual as escolas cívico-militares que não paralisaram.

O deputado Arilson também reforçou em sua fala que uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) está em preparação e deverá ser protocolada nas próximas semanas no Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja Também

Assembleia homenageia 130 anos da Educação Adventista no Brasil

Atualmente, a Educação Adventista mantém 340 unidades escolares no Brasil e atende mais de 288 mil estudantes nos ensinos infantil, fundamental, médio e superior. A Assembleia Legislativa do Paraná será palco de uma homenagem especial...