Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 10 de novembro de 2025

O ciclone que atingiu o centro-oeste do Paraná, foi tema do discurso na abertura de abertura da Conferência do Clima da COP 30. Lula aproveitou a oportunidade para criticar quem se opões as pautas climáticas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (10/11) que “é momento de impor uma nova derrota aos negacionistas” climáticos, em crítica a líderes globais que rejeitam a agenda ambiental. Lula discursou durante a abertura da COP30 em Belém, Pará.

“Na era da desinformação, os obscurantistas rejeitam não só as evidências da ciência, mas também os progressos do multilateralismo. Eles controlam algoritmos, semeiam ódio, espalham medo, atacam as instituições, a ciência e as universidades. É momento de impor uma nova derrota aos negacionistas”, frisou Lula. No discurso demagogo disse: “O aumento da temperatura global espalha dor e sofrimento, especialmente entre as populações mais vulneráveis”, acrescentou ainda.

O presidente Lula, para justificar as mudanças climáticas, cita as tragédias climáticas que causaram quatros mortes no ciclone do Paraná e 60 no Caribe. Contudo, não é menos importante, a situação de violência do Brasil, que registrou 44.127 mortes violentas intencionais em 2024, que a princípio nada tem a ver com clima, mas tem muito a ver com vidas perdidas, por questões sociais, políticas, econômicas.

A fala do presidente Lula é uma crítica aos líderes internacionais como EUA, Argentina e ouros que criticam o uso de discursos ambientais para redirecionar a economia e favorecer outros recursos tecnologia da China por exemplo, que substitui energia fósses por baterias com matérias-primas que incluem lítio, cobalto, níquel, manganês e grafite, ou energia hidroelétrica por placas solares que são altamente poluentes ao meio ambiente, elém de sérios risco de explosão e incêncio.

Nos últimos anos o Brasil investiu menos em usinas hidroeletricas, que são duráveis e fornecem energias limpas, e preferiu gastar com placas de energias solares da China, menos duráveis, além de usar materiais poluentes ao meio ambiente.

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