Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 18 de janeiro de 2022

A participação da juíza de Direito Substituta na comarca de Londrina Isabele Papafanurakis Ferreira Noronha em atos onde foram levantadas pautas em favor da democracia deixou os esquerdistas oriçados, e logo apelaram para o CNJ, se utilizando do pretexto que a juiza não pode participar de atos cívicos. É o segundo pedido aberto contra ela na instituição, que é uma espécie de fiscalizadora das condutas da proficional dos magistrados. A mudança foi em outubro, e o trâmite já está em fase final – na última sexta-feira (14), o processo foi encaminhado para decisão, segundo consulta feita ao portal do CNJ.

O caso começou a ser analisado pelo TJPR, a partir da denúncia por parte de representante da esquerda que questinaram na justiça a presença da juíza em manifestação realizada em setembro do ano passado na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato foi um dos muitos realizados pelo Brasil Brasil afora, e reuniu mais de 30 milhões de brasileiros que foram as ruas em favor da democracia, contra a corrupção e abuso de poder por parte de alguns magistrados do STF.

A Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que rege os princípios fundamentais da profissão, e o Código de Ética dos magistrados vedam a participação de juízes em atividades político-partidárias. Porém, na realidade não é isso que acontece, uma vez que os poderes estão de certa forma interagem. Não é raro observarmos decisões inclusive da Suprema Corte em favor de políticos com manifestações explicita de apio ou defesa, mesmo em caso fora do processo.

Perante a corregedoria da Corte paranaense ter anunciado sindicância para apurar os fatos, a juíza afirmou não ter se manifestado “pelo fechamento de quaisquer dos Poderes constituídos do Estado, os quais sempre respeitei e diariamente procuro honrar, como cidadã e magistrada”.

Jornalista

José Maschio, é mais um destes jornalista a serviço da extrema esquerda, que divulgou a forta associada com informações caluniosas e falsa foi indiciado pela Policia Civil por calúnia e difamação. O caso corre sob sigilo e, segundo o TJPR, já está no Ministério Público – que terá a responsabilidade de denunciar ou não o jornalista pelas publicações.

As fotos compartilhadas por Maschio foram encaminhadas por uma fonte que segue nas redes sociais a procuradora federal Maria Isabel Araujo Silva, lotada em Londrina. Ela também esteve em São Paulo e foi quem subiu a foto ao lado de Noronha. A imagem mostra o grupo, formado ainda por outras duas pessoas, ostentando uma faixa com a frase “supremo é o povo”.

No primeiro pedido de providência aberto contra a magistrada pelo CNJ, em 2018, nas últimas eleições gerais, a conduta dela e de outros 10 juízes foram questionadas a partir de manifestação política nas redes sociais contra e a favor de candidatos. O caso foi arquivado.

Fonte: Plural

Veja Também