O governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, divulgou neste sábado (20) uma nota explicativa sobre disparo remoto de Alerta Extremo, com termo “misantropia”, com intuito de provocar pânico...
A ciência brasileira é motivo de muito orgulho para todos os brasileiros e principalmente quando chega ao topo do reconhecimento internacional. Momento importante que passa despercebido pelas mídias tradicionais, que só falam de política, corrupção, tramas políticas, influencie, fraudes e jogatinas.
Parabéns, Dra. Mariangela Hungria. O seu trabalho é um orgulho para a ciência e para o Brasil. Que essa conquista inspire o país a valorizar quem, de fato, ajuda a construir um futuro mais justo, sustentável e inovador.
A Dra. Mariangela Hungria, pesquisadora da Embrapa Soja, foi a grande vencedora do World Food Prize 2025 — o mais prestigiado prêmio internacional na área de agricultura e segurança alimentar, criado pelo Prêmio Nobel da Paz Norman Borlaug, pai da Revolução Verde.

O prêmio reconhece personalidades que transformam a disponibilidade, qualidade e sustentabilidade dos alimentos no mundo. E este ano, foi o trabalho brasileiro que se destacou globalmente — mas, infelizmente, com pouca repercussão na mídia nacional.
É tão relevante que dá US$ 500.000,00 ao premiado.
Quem é Mariangela Hungria?
Engenheira agrônoma formada pela Esalq/USP, com doutorado e pós-doutorados em instituições de excelência como Cornell University e University of California – Davis;
Pesquisadora da Embrapa desde 1982, sendo referência em fixação biológica do nitrogênio e uso de insumos biológicos para substituir fertilizantes químicos;
Professora e orientadora de pós-graduação em Microbiologia e Biotecnologia na UEL, membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Mundial de Ciências;
Atuou em projetos com apoio da Fundação Bill & Melinda Gates na África, além de colaborações científicas com Europa, EUA, América Latina, Canadá e Austrália;
Foi destaque nos rankings de cientistas mais influentes do mundo (Stanford University) e 1º lugar no Brasil em Agronomia e Fitotecnia (2022 e 2025).
Sua abordagem revolucionária à agricultura é clara: “produzir mais com menos” — menos impacto ambiental, menos insumos e mais sustentabilidade. Sua contribuição é vital em um mundo que precisa alimentar mais pessoas com menos recursos e menos danos ao planeta.
Sobre o Prêmio Mundial de Alimentação:
Criado em 1986, o World Food Prize concede anualmente um reconhecimento de US$ 500 mil a personalidades que contribuem para a segurança alimentar mundial.
Foto: Luciono Paschoal/Embrapa
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