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Vereadores conservadores contestam e votam contra a concessão da homenagem ao ativista LGBTI+, Toni Reis.
Votaram contra o projeto, os parlamentares conservadores: Eder Borges (PL), Indiara Barbosa (NOVO), Guilherme Kilter (NOVO), Renan Ceschin (Podemos), João Bettega (União), Da Costa Perdeu Piá (União), Olímpio Araújo, Rodrigo Marcial (NOVO), Bruno Secco (PMB) e Fernando Klinger (PL).
A ausência de 5 veredores, e outros 6 que não votaram, preferiram ficaram “em cima do muro”, facilitou aprovação do projeto.
A proposta da vereadora Laís Leão (PDT) teve 10 votos contra, 11 que não votaram, porém, contou com apoio de vereadores da esquerda e extrema-esquerda, que contabilizou 17 votos e garantiu a aprovação nesta quarta-feira (05) no plenário da Câmara de Vereadores.
Toni Reis integra a Aliança LGBTI+, fundou o Grupo Diginidade, ele é natural da cidade de Coronel Vivida, suldoeste do Paraná, desde 1990 tem união estável com David Harrad, os quais têm três filhos.
Vereador propõe reverter homenagem devido a “ativismo judicial” da Aliança LGBTI+
O pedido de reavaliação da homenagem partiu de Guilherme Kilter (Novo), que acusou a entidade presidida por Toni Reis, a Aliança Nacional LGBTI+, de utilizar instrumentos judiciais para influenciar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e derrubar leis municipais e estaduais aprovadas em câmaras e assembleias. O parlamentar afirmou que tais ações configuram “ativismo judicial” e que esse tipo de atuação “compromete a autonomia do processo legislativo”.
Em sua fala, Kilter apresentou exemplos do que considera ações diretas de inconstitucionalidade e arguições de descumprimento de preceito fundamental movidas pela organização, entre elas as ADIs 7584 e 7585, que contestaram uma lei do Amazonas sobre a presença de crianças em paradas do orgulho LGBT. Também citou medidas relacionadas à definição de família, à restrição de ensino de gênero nas escolas e à proibição do uso de linguagem neutra.
Fonte: CMC – foto: Rodrigo Fonseca
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