Ela alcança marca histórica e contabiliza fortuna que chega a cerca de US$ 2 bilhões de dólares, impulsionada pelo sucesso da The Eras Tour A cantora Taylor Swift atingiu um novo patamar em sua trajetória...
CURITIBA – A tradicional Boca Maldita, no centro da capital paranaense, continua sendo um dos principais termômetros da política estadual. Entre cafés, encontros e conversas de bastidores, lideranças políticas e observadores traçam projeções sobre a sucessão do governador Ratinho Junior e a disputa pelas duas vagas ao Senado em 2026.
Na avaliação do ex-governador Orlando Pessuti (MDB), o pré-candidato Rafael Greca (MDB) apresenta crescimento consistente nas pesquisas e tende a obter expressiva votação em Curitiba e na Região Metropolitana. No entanto, segundo ele, o desafio da campanha será ampliar sua penetração eleitoral no interior do Paraná.
Pessuti acredita que a definição de um vice com forte articulação regional poderá ser decisiva para transformar a candidatura de Greca em uma força competitiva capaz de chegar ao segundo turno. O próprio ex-governador admite estar à disposição do MDB para compor uma eventual chapa majoritária ou disputar o Senado.
Requião aposta em virada política
O ex-governador e ex-senador Roberto Requião, pré-candidato a deputado federal, projeta um cenário diferente. Para ele, o deputado estadual Requião Filho (PDT) poderá emergir como principal alternativa ao atual grupo político que governa o Paraná.
Nos bastidores, Requião sustenta que Rafael Greca enfrentará dificuldades para expandir sua base eleitoral além da capital e que sua candidatura pode perder força ao longo da campanha. O ex-senador também avalia que uma eventual composição entre Greca e Requião Filho poderia unir diferentes correntes políticas e criar uma chapa altamente competitiva.
Sandro Alex pode ser o nome do Palácio Iguaçu
Entre os analistas políticos que frequentam a Boca Maldita, cresce a percepção de que o governador Ratinho Junior (PSD) trabalha para consolidar a candidatura do deputado federal Sandro Alex (PSD).
O parlamentar, que começou a aparecer nas pesquisas com índices ainda modestos, é visto como um candidato com potencial de crescimento por carregar a estrutura política e administrativa do grupo governista. A expectativa é que a definição da chapa e das alianças regionais seja determinante para impulsionar sua candidatura.
Nos bastidores, especula-se que a jornalista Cristina Graeml possa ser convidada para compor a chapa como vice-governadora, ampliando o alcance eleitoral junto ao eleitorado conservador.
Outra hipótese discutida é a possibilidade de Ratinho Junior apoiar diretamente a candidatura do senador Sergio Moro (PL), indicando o vice e fortalecendo uma aliança capaz de tentar uma vitória já no primeiro turno.
Moro segue competitivo, mas depende de alianças
Apesar de liderar ou figurar entre os primeiros colocados em levantamentos eleitorais, Sergio Moro ainda é considerado um candidato dependente das articulações políticas que serão construídas nos próximos meses.
Na avaliação de observadores, uma aliança formal com o grupo de Ratinho Junior poderia transformar Moro em favorito ao governo estadual. Sem esse apoio, parte dos analistas acredita que a disputa tende a ficar mais equilibrada.
Veja Também
Boca Maldita projeta cenários para 2026 e aponta disputa aberta pelo Governo do Paraná
CURITIBA – A tradicional Boca Maldita, no centro da capital paranaense, continua sendo um dos principais termômetros da política estadual. Entre cafés, encontros e conversas de bastidores, lideranças políticas e observadores traçam projeções sobre a...
Seleção do Irã não poderá permanecer nos EUA e após os jogos deve embarcar para o México
Devido à guerra com os Estados Unidos, o Irã transferiu seu centro de treinamento para na cidade de Tijuana, localizada no noroeste do México. Os jogadores da seleção do Irã que vão participar da Copa...