Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 29 de outubro de 2022

O povo vai escolher se quer o Brasil REAL ou Brasil IDEAL?

Neste domingo (30/10) os brasileiros vão às urnas decidir o futuro do Brasil.
Que Brasil você quer para seus filhos, netos… o que pretende deixar para as próximas gerações?

Segundo Platão há dois tipos de governos, o qual ele classifica como Governo Real e Governo Ideal.
GOVERNO IDEAL na visão de Platão, seria tudo aquilo que um gestor público e os servidores têm a obrigação de fazer para o bem-estar da sociedade, uma vez que o Estado se vale do dinheiro do povo e, portanto, deve a esse prestar conta de tudo sem ressalva ou privilégio.

O presidente Jair Messias Bolsonaro, segue uma linha de GOVERNO IDEAL, voltado para o desenvolvimento, combate a corrupção, defesa da liberdade, com princípios voltado para a família e Patria.

Porém, utópico para a realidade política cultural brasileira. Razão pela qual o entanto, seu governo é massacrado diariamente pelos seus algozes: adversários políticos, grupos de empresários, banqueiros, grande parte da imprensa que perderam verbas públicas e até mesmo o judiciário, compõem o sistema conspiratório.

GOVERNO REAL na visão de Platão, seria uma forma de gestão na qual o político acredita que deve governar de acordo com a realidade da sociedade.
O perfil do governo Lula era muito versátil em suas decisões e fez uma gestão consideravelmente social, voltado para as minorias excluídas, porém, muito oneroso para o Estado, por deficiência administrativa, financeira e muita corrupção.
O Lula, apesar de inteligente, era facilmente persuadido por seus companheiros mais instruídos, que traçavam o rumo econômico e social. Seguiu o mesmo caminho do seu antecessor Fernando Henrique Cardoso e fez um governo de coalizão, com a união de todos os partidos que lhe interessava para viabilizar seus projetos.

No pacote da coalizão o presidente trabalha com todo tipo de político dos melhores aos mais perversos e corruptos. Foi nessa onda que o governo Lula se enveredou para o mal caminho, desviou dinheiro público que seria para investimento social, e preferiu privilegiar parceiros políticos e empreiteiras, que superfaturavam as obras e serviços em troca de propinas.

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