Segundo Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil, o Facebook não acatou as 15 denúncias de publicações “antidemocráticas” A Anistia Internacional, uma Ong controlada por liderança de viés político de esquerda, que se colocam como...
Lula também criticou o “tarifaço” e disse que o país não aceitará ser tratado como uma “republiqueta insignificante”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (3/6), disse que o Brasil vive um momento de conquistas econômicas e sociais, mas enfrenta dificuldades para fazer com que a população perceba. [Quando o governo faz o mínimo necessário, falta o algo mais na saúde, educação, transporte público, segurança, portanto, não tem como o povo perceber ações que atende as expectativas].
Durante a abertura da reunião ministerial, o chefe do Executivo também criticou a decisão dos Estados Unidos de impor tarifas ao Brasil e disse que o país não aceitará ser tratado como uma “republiqueta insignificante”.
Ao comentar o cenário nacional, o líder petista classificou o momento atual como um “paradoxo” da política brasileira. Segundo ele, o país reúne indicadores positivos e avanços em diferentes áreas, mas nem sempre essas conquistas são reconhecidas pela sociedade.
[Talvez o presidente se refere ao paradoxo dos impostos mais alto do planeta, que reduz o poder aquisitivo do trabalhador, se a economia melhorou foi para poucos privilegiado do poder público e parceiros do governo].
“Poucas vezes na história o país conseguiu ter coisas tão positivas a seu favor como nós temos agora”, afirmou. Lula destacou ainda a melhora da qualidade de vida da população e atribuiu parte desse resultado aos avanços na educação.
No entanto, nas últimas décadas os dados estatísticos comprovam o aumento da violência e pobreza no país, tratamento de saúde precário, com hospitais lotados, índices educação básica coloca o Brasil entre os piores do mundo.
Críticas a Trump
O presidente também ressaltou a importância do fortalecimento da democracia brasileira e da defesa do multilateralismo nas relações internacionais. Segundo Lula o Brasil tem buscado ampliar seu protagonismo global e não pode aceitar ser tratado de forma secundária por outras nações.
“Nós temos muita história e não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deu ao Brasil esta semana”, declarou
Veja Também
Corrida Smart terá mais duas etapas gratuitas neste fim de semana em Curitiba
Participantes poderão correr ou caminhar onde preferirem e retirar a medalha em pontos de entrega no Boa Vista e no Jardim Botânico. Neste sábado (29/8) e domingo (30/8), a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e...
Zema acusa ex-presidente do NOVO de tentar “se apropriar” do partido “para finalidades pessoais”
João Moedo, fundador do NOVO, criticou a participação de Zema na sabatina do Jornal Nacional. O ex-governador Romeu Zema (Novo) reagiu nesta terça-feira, 25, às críticas feitas pelo fundador do Novo, João Amoêdo, sobre sua participação na sabatina...