A prefeitura de Curitiba incentiva o circuito nacional de street e park, que será realizado no Complexo Esportivo Tarumã, com entrada gratuita. Curitiba recebe, de sexta-feira (4/9) a domingo (6/9), a primeira etapa do Circuito...
O Poder Executivo sem a Lei Orçamentária, fica limitado apenas a gastar com despesas consideradas essenciais
O Congresso Nacional só vai concluir no ano que vem a votação do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2025. A matéria aguarda a apresentaça do relatória final pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA) na Comissão Mista de Orçamento (CMCO), mas a análise deve ficar para depois do recesso parlamentar.
Sem a Lei Orçamentária votada e sancionada pelo presidente da República até 31 de dezembro, o Poder Executivo fica autorizado a realizar apenas despesas consideradas essenciais ou obrigatórias.
O Poder Legislativo entrou recesso parlamentar no dia 23 de dezembro e volta aos trabalhos regualres apenas em 2 de fevevereiro.
Em nota oficial divulgada em dezembro, Coronel explicou as razões para o adiamento. A previsão inicial era de que a análise do projeto fosse concluída em 13 de dezembro. Segundo o senador, a discussão sobre o pacote de corte de gastos proposto pelo Poder Executivo e a votação tardia do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 (PLN 3/2024) prejudicaram o calendário.
“O objetivo não é retardar o processo, mas assegurar um documento que de fato retrate as prioridades nacionais, o equilíbrio das contas públicas e o compromisso com as metas de médio e longo prazos. Apreciar a peça mais importante do parlamento merece cuidado e tempo e, por isso, o nosso relatório ficará para apreciação após o recesso parlamentar”, justificou.
Depois de passar pela CMO, o projeto ainda precisa ser submetido a uma sessão conjunta do Congresso Nacional. No relatório preliminar de Angelo Coronel, as receitas e despesas do próximo ano são fixadas em R$ 5,866 trilhões. O projeto prevê crescimento real de 2,64% no Produto Interno Bruto (PIB), inflação acumulada de 3,3% e taxa básica de juros (Selic) média de 9,61% ao ano.
A execução provisória do orçamento é regulada pela LDO. De acordo com o texto, o Poder Executivo fica autorizado a realizar apenas gastos essenciais ou obrigatórios, até o limite previsto no projeto original enviado ao Congresso Nacional. Entre as 71 despesas consideradas obrigatórias, destacam-se as seguintes:
– Alimentação escolar
– Piso de atenção primária à saúde
– Abastecimento de medicamentos pessoas com síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) e outras doenças sexualmente transmissíveis
– Formação de estoques públicos dos serviços de saúde
– Benefícios do Regime Geral de Previdência Social
– Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)
– Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)
– Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário)
– Repasses à Justiça Eleitoral para a realização de eleições e a implementação do sistema de identificação biométrica;
Fonte: Agência Senado
Veja Também
Paulo Gonet sai em defesa de Moraes e pede nulidade de relatório da PF sobre a relação com Vorcaro
“Por outra causa mais, é nula. Mesmo que, casualmente, fosse encontrado algum indício do que o relator entendesse ser irregularidade de interesse penal….“. O ministro Paulo Gonet, indicado pelo Lula para a PGR, sai em...
Toffoli volta atrás e libera Renan Santos para debates e financiamento
Ministro Dias Toffoli do TSE, libera Renan Santos para debates, porém, mantém restrições sobre perfis digitais e dá 72 horas para candidato esclarecer uso de contas nas redes sociais O ministro Dias Toffoli, do Tribunal...