Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 15 de junho de 2020

Sede do STF foi alvo de rajadas de fogos de artifício sábado à noite

A Procuradoria-Geral da República (PGR) instaurou uma investigação preliminar própria sobre o ato na noite de sábado (13) em que foram lançadas rajadas de fogos de artifício contra a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme vídeo que circulou nas redes sociais e na imprensa.

A PGR atendeu a uma solicitação do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, que, em ofício enviado no domingo (14), havia pedido “a responsabilização penal daquele(s) que deu/deram causa direta ou indiretamente, inclusive por meio de financiamento, dos ataques e ameaças dirigidas ao Supremo Tribunal Federal e ao Estado Democrático de Direito, na noite de ontem (13), inclusive com a utilização de artefatos explosivos (fogos de artifício)”.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, determinou a abertura de uma notícia de fato criminal, procedimento que precede uma investigação formal. Ele oficiou a Procuradoria da República do Distrito Federal (PRDF) para que informe ao vice-procurador-geral, Humberto Jacques, sobre qualquer procedimento ou providência adotados em relação ao episódio.

Jacques atualmente supervisiona um inquérito aberto em abril no Supremo para investigar manifestações que pedem o fechamento de instituições democráticas, como o Congresso e o STF. O relator é o ministro Alexandre de Moraes, o mesmo do chamado inquérito das fake news.

Nesta segunda-feira (15), seis pessoas foram presas no âmbito desse inquérito sobre atos antidemocráticos, incluindo a ativista Sara Winter, líder do grupo 300 do Brasil, que se encontrava acampado há mais de um mês nos arredores da Esplanada dos Ministérios e foi retirado da área no sábado (13) pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

Ataques e ameaças

À PGR, Toffoli pediu que Sena seja responsabilizado “por ataques e ameaças à instituição deste Supremo Tribunal Federal e ao Estado Democrático de Direito, inclusive por postagens em redes sociais”.

Opinião

Não apoiamos movimentos antidemocráticos ou violentos, mas vale lembrar que na ocasião em que o MST invadia as Esplanadas, atacava as instituições, os ministros do Supremo, empossados pela extrema esquerda comunista, não mandavam prender ninguém, muito menos mandava a PF invadir casa de manifestantes.

Durante o governo petista o movimento MST invadiu e depredou Palácio Alvorada, Esplanada do Ministério, STF, Congresso, fizeram baderna e quebra-quebra, inclusive parlamentares dentro do senado, fizeram ato de vandalismo, nada disso foi considerado uma ameaça ao Estado Democrático de Direito.  Será que esses anarquistas foram enquadrados na Lei de Segurança Nacional?

Arquivo

MST ‘invade’ Brasília e entra em confronto com a polícia

12/02/2014 – Integrantes do MST tomaram a Esplanada dos Ministérios, … ficaram feridos por pedras e pedaços de madeira arremessados pelos sem-terra. … a presidia, em razão de um alerta da segurança de risco de invasão da Suprema Corte. veja.abril.com.br

12/02/2014 – “Fui informado pela segurança que o tribunal corre o risco de ser invadido. Vamos fazer um intervalo na sessão”, disse Lewandowski, que ..

Os manifestantes vestiam camisetas e bonés vermelhos e carregavam várias faixas, algumas com críticas à atuação do Poder Judiciário. Uma delas diz “STF, refém da Rede Globo”, e outras cobram o julgamento do mensalão tucano e o julgamento de casos de assassinatos de camponeses…. https://noticias.uol.com.br

O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, foi ao encontro dos manifestantes e recebeu uma carta…

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