“Jogaram na gaveta mais funda”, desabafa irmã. Polícia Civil afirma ter concluído o inquérito, enquanto Ministério Público diz que diligências ainda estão em andamento. Treze anos após o desaparecimento e a morte de Tayná Adriane...
A promotora de Justiça Claudia Cristina Madallozzo, decidiu nesta quinta-feira (14) pelo arquivamento definitivo do caso marroquino, por falta de provas concretas.
A promotora considerou a inexistência de indicativo de qualquer prova concreta que remeta a eventual prática de improbidade administrativa por agentes públicos.
O deputado Requião Filho denunciou o governador do Paraná, Ratinho Junior, por possíveis grampos clandestinos feito com soft israelense por meio de seu diretor de inteligência Mehdi Mouazen.
O fato foi amplamente divulgado nas mídias, e a RPC e outros jornalistas, se utilizaram desta ilação de forma sensacionalista, para disseminar informações sem provas concretas.
Na representação o deputado Requião Filho afirmava categóricamente que a Diretoria de Inteligência e Informações Estratégicas da Controladoria-Geral do Estado usava software israelense para espionar deputados e funcionários públicos.
Explicação
Na ocasião, o governador Ratinho Junior explicou que: “o Paraná utiliza ferramenta de inteligência policial somente com autorização judicial. E esse trabalho é feito exclusivamente pelas forças de segurança do Estado, mediante autorização do Poder Judiciário”.
Danos morais
Diante da decisão da justiça, poderá haver processos de reparação contra RPC e outros jornalistas, que disseminaram informações falsas ou imprecisas sobre o trabalho do diretor de inteligência Mehdi Mouazen.
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