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Confira os nome dos pré-candidatos do partido: Ratinho Junior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás) ou Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). Prazo inicial seria para o dia 15 de abril
O PSD decidiu adiantar o anúncio de sua candidatura à Presidência da República, e vai definir o nome até 31 de março — logo antes do prazo de desincompatibilização. A sigla quer apresentar uma candidatura alternativa à polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL–RJ), e decidirá entre três governadores: Ratinho Junior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
A informação foi confirmada nesta segunda-feira (9/3) pelo presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, ao lado dos três postulantes, durante um evento em São Paulo. A decisão foi tomada, segundo Kassab, com apoio dos governadores e de lideranças da sigla. O prazo inicial para o anúncio seria até 15 de abril.
O presidente do PSD, Caiado, Leite e Ratinho Junior participaram juntos de um evento na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista. Os quatro participam de eventos em conjunto em São Paulo desde sexta-feira (6), quando promoveram um debate entre os postulantes do PSD.
Segundo Kassab, a nova data leva em conta a decisão de Caiado de se filiar à legenda. O governador deixou o União Brasil e vai aderir oficialmente ao PSD durante cerimônia neste sábado (14).
Alternativa à polarização
A sigla quer se colocar como alternativa à polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas rejeita o rótulo de terceira via. “Será a melhor via. Uma candidatura que represente as aspirações da sociedade brasileira no que diz respeito ao combate à corrupção, mais transparência, voto distrital, idade mínima para os tribunais superiores”, elencou Kassab, adiantando pontos do programa de governo.
Especificamente, ao estudo Datafolha divulgado na semana passada que testou os possíveis candidatos do PSD, em cenários diversos. Eles ficaram com entre 3% e 7% das intenções de voto no primeiro turno. A pesquisa, assim como outros levantamentos, apontam uma forte polarização entre Lula e Flávio.
Questionado por jornalistas, Kassab negou que a decisão de adiantar a candidatura esteja relacionada ao resultado de pesquisas eleitorais. Se as pesqueisas mostram polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, a estragégia será garantir uma boa terceira coloação e se firmar como um fiel da balança, depois negociar o apoio para quem oferecer mais.
Kassab, se diz otimista, e se coloca como uma trerceira via: “As pesquisas não nos preocupam, porque elas são muito positivas. Uma pesquisa que indica uma rejeição de quase 50% dos dois candidatos colocados não é possível, por uma questão de bom senso, que não exista espaço para uma candidatura melhor”, disse.
Proposta de campanha
Na mesma linha, Eduardo Leite lamentou a polarização, e disse defender uma proposta focada nos interesses reais da população. Ele também espera que o caminhar da campanha abra espaço para outras candidaturas. “Não vai ter grandes alterações na pesquisa até que se deflagre o processo eleitoral, com as entrevistas, com os debates, com os programas de TV, com a campanha na rua. Aí, sim, o ponteiro vai se mexer”, afirmou o governador gaúcho.
Ratinho Junior disse estar tranquilo com as pesquisas, e também atribuiu a polarização entre dois candidatos a uma falta de debate político sobre alternativas no momento.
“Aqueles que estão colocados nesse momento acabam tendo uma exposição maior. A partir do momento que os artigos começam a colocar suas candidaturas para o grande público, naturalmente esses atores passam a ter mais exposição também”, disse Ratinho.
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