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Ministro André Mendonça foi o único que votou pelo afasatamento de Alexandre de Moraes e Flávio Dina no julgamento de Bolsonaro.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o único a votar pelo afastamento dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino do julgamento sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta trama de golpe, segundo o Globo.
Mendonça, no entanto, rejeitou o pedido da defesa do ex-presidente, para barrar a participação do ministro Cristiano Zanin, que foi advogado de Lula.
Em seu voto, o ministro afirmou que Moraes deveria ser impedido por ser “vítima dos fatos investigados”. Já sobre Dino, destacou a existência de uma ação penal movida pelo ministro contra Bolsonaro.
Por 9 a 1, o STF decidiu nesta quinta, 20, manter Moraes e Dino aptos a julgar o caso, enquanto Zanin recebeu aval unânime, com placar de 10 a 0.
Na véspera, o Supremo havia formado maioria para manter Moraes, Zanin e Dino no julgamento da denúncia marcado para 25 de março.
Nunes Marques rejeita
Outro ministro indicado por Bolsonaro ao STF, Nunes Marques votou nesta quinta-feira, 20, contra o pedido do ex-presidente para retirar os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin do julgamento da denúncia por suposta tentativa de golpe de Estado.
“Não se verifica a possibilidade de o referido magistrado ser titular de qualquer interesse de natureza extrapenal em face do excipiente em consequência de eventual desfecho desfavorável do processo criminal” diz Nunes Marques.
Nunes Marques também votou para rejeitar as solicitações do ex-ministro Walter Braga Netto contra os três ministros.
Bolsonaro critica processo
Bolsonaro ironizou na última quinta-feira, 13, a decisão do ministro Cristiano Zanin de marcar o julgamento da denúncia oferecida pela PGR sobre a trama golpista para 25 de março.
Em publicação no X, Bolsonaro afirmou que “parece que o devido processo legal” no país “funciona na velocidade da luz” quando “o alvo está em primeiro lugar” nas pesquisas.
“Parece que o devido processo legal, por aqui, funciona na velocidade da luz. Mas só quando o alvo está em primeiro lugar em todas as pesquisas de intenção de voto para Presidente da República nas eleições de 2026”, escreveu.
Na mesma publicação, o ex-presidente questionou a suposta lentidão do Poder Judiciário, que, segundo ele, é “o mais caro do mundo”, e ressaltou a rapidez no agendamento de sua audiência.
“Mas no Brasil, que tem a 30ª justiça mais lenta do mundo, segundo o Banco Mundial; o judiciário mais caro do mundo, segundo diversas fontes; que não está nem entre os 70 melhores no ranking global de Estado de Direito; e que só supera a Venezuela em imparcialidade… Mas nesse Brasil de índices que impressionam negativamente, um inquérito repleto de problemas e irregularidades contra mim e outras 33 pessoas está indo a julgamento em apenas 1 ano e 1 mês (de 8 de fevereiro de 2024 a 25 de março de 2025). É impressionante!“, acrescentou.
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