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247 – Presidente do PT desde 2017, Gleisi Hoffmann afastou, nesta quarta-feira (23), as especulações de que deixaria o cargo antes do final de seu mandato. Em entrevista ao G1, a deputada negou qualquer pressão ou convite do presidente Lula (PT) para antecipar sua saída da presidência do partido. “Ele nunca me falou isso. Recebi do presidente a missão de comandar o partido e vou cumprir meu mandato no PT até o final”, garantiu.
As declarações de Gleisi vêm em resposta a rumores que circulam entre aliados e setores do próprio partido, que indicam uma possível saída antecipada da liderança petista, prevista inicialmente para o início de 2025. A deputada, no entanto, atribui essa informação a um “pessoal ansioso demais”. “Eles vão ter que esperar, não tem como ser diferente. Um processo eleitoral de troca da direção é demorado”, afirmou, em referência ao Processo de Eleições Diretas (PED), no qual os filiados escolhem os novos integrantes do diretório nacional.
Debates internos e disputas por sucessão – O resultado negativo das eleições manicipais de 2024, fomentou o debate sobre a sucessão de Gleisi ganhou. O partido perdeu muita força nos municipios em todas as regiões do Brasil. Essa situação acelerou discussões dentro do partido e intensificou uma disputa entre os membros do PT de São Paulo e do Nordeste, ambos interessados em assumir o comando nacional.
Dois nomes surgem como principais candidatos à sucessão: o prefeito de Araraquara (SP), Edinho Silva, e o deputado federal José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara.
Gleisi busca unidade interna – Com a aproximação do fim de seu mandato, Gleisi Hoffmann sinalizou que seu foco é evitar que as disputas internas fragilizem o PT, num momento em que o partido tenta se reorganizar após os resultados das eleições. “Ambos têm legitimidade para pleitear a presidência, seja pelos resultados que o partido conseguiu no Nordeste, seja pela experiência do PT de São Paulo. Precisamos criar uma unidade nesse processo”, afirmou Gleisi, reforçando a importância da coesão partidária.
A Executiva Nacional do PT já se prepara para realizar uma análise dos resultados eleitorais na próxima segunda-feira, e em dezembro o partido promoverá um seminário de três dias em Brasília para discutir o futuro da legenda e organizar a eleição da nova direção.
Possível reforma ministerial e o futuro de Gleisi – Nos bastidores, aliados de Lula cogitam uma possível reforma ministerial no início de 2025, com o objetivo de reorganizar o governo para a segunda metade do mandato e construir alianças de olho nas eleições de 2026. O nome de Gleisi é frequentemente citado para assumir uma pasta importante, como a Secretaria-Geral da Presidência. Contudo, a deputada nega qualquer intenção de se tornar ministra. “O presidente Lula nunca falou comigo sobre isso, não tenho pretensão de ser ministra”, declarou Gleisi, rechaçando as especulações.
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