Os ataques contra o Irã são um “resultado direto” do que descreveram como “atos de terrorismo internacional” contra “navios inocentes” que transitavam pelo Estreito de Ormuz. “Essa resposta é resultado direto dos atos de terrorismo...
O texto-base do orçamento de Curitiba para o ano que vem foi aprovado na manhã desta segunda-feira (12), por unanimidade, pelos vereadores da cidade. A Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê um orçamento para 2023 que é 12% maior que o deste ano, chegando a R$ 10,2 bilhões. A votação na Câmara Municipal de Curitiba (CMC) começou às 9h30 e durou cerca de três horas. Além do texto-base, foram aprovadas 913 emendas.
Elaborada pela Prefeitura de Curitiba, as áreas com maior previsão de recursos na LOA 2023 são Previdência (R$ 2,6 bi, equivalente a 22,61% do orçamento) serão gastos com servidores inativos ou para recolhimento previdenciário dos funcionários públicos que se aposentam com o maior salário da carreira.
Saúde (R$ 2,48 bi, 21,58%), para manter as Unidades de atendimentos e laboratórios. Muitas prefeituras para reduzir os gastos e oferecer melhor qualidade de serviço, optam por terceirizar o atendimento dos cidadãos em clinicas particulares, por meio de cartão saúde do município.
Educação (R$ 2,13 bi, 18,58%) a rede de ensino municipal de Curitiba é uma das melhores do Brasil. Os professores mais antigos são muito bem remunerados, porém, falta alinhar os salários dos professores que estão no início de carreira.
Urbanismo (R$ 1 bi, 8,81%) o investimento em manutenção de praças, parques, jardins, estruturas urbanas e administrativas que faz de Curitiba uma referência nacional em urbanismo.
Vai sobrar apenas R$ 666,3 milhões para investir em obras e bem feitoria para os moradores do município.
O pagamento de precatórios deve totalizar R$ 48 milhões, são as dívidas indenizatórias e pagamento de títulos do município.
A prefeitura mantém a perspectiva de Curitiba seguir sendo a principal responsável pelo seu próprio orçamento, estimando arrecadar R$ 9,67 bilhões no ano, dos quais R$ 5,99 bilhões (59,3%) devem vir de receitas municipais – R$ 1,9 bilhão proveniente do ISS, R$ 1,2 bilhão do IPTU e R$ 490 milhões do ITBI. O Executivo conta com pelo menos R$ 1,5 bilhão da União (15,5%) e R$ 1,3 bilhão do Governo do Paraná (12,8%) em transferências de recursos financeiros. Todos esses números estão detalhados nos anexos do projeto. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC).
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