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A Corte Eleitoral pautou para a próxima quinta-feira (15) a análise do pedido de impugnação da candidatura do ex-juiz ao Senado.
Moro enfrenta duas artilharias pesadas: o ataque do PT, que odeia o juiz por ter condenado o presidente Lula e outras centenas de corruptos do partido, e ainda sofre o ataque do PL, que tem seu candidato Paulo Martins, como segundo mais votado nas eleições para o Senado, e, portanto, assumiria a vaga com a impugnação do magistrado.
O TSE pautou para a próxima quinta-feira (15) o julgamento sobre o pedido de impugnação da candidatura de Sergio Moro (União Brasil-PR) ao Senado.
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública foi eleito senador no Paraná com 33% dos votos e assumirá a cadeira que era de Alvaro Dias (Podemo).
O registro de candidatura de Moro foi contestado pela Federação Brasil da Esperança, que inclui PT, PCdoB e PV. As siglas acusam o ex-juiz de não ter cumprido o prazo legal para filiação à União Brasil — seis meses antes das eleições.
Segundo o Código Eleitoral, o candidato deverá possuir “domicílio eleitoral na respectiva circunscrição pelo prazo de seis meses e estar com a filiação deferida pelo partido no mesmo prazo”.
Moro se filiou à União Brasil em 30 de março, seis meses antes das eleições, e tentou transferir seu domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo, mas teve a mudança indeferida.
Em setembro, o TRE-PR negou por unanimidade o pedido de impugnação da candidatura ao Senado do ex-juiz, mas a Federação Brasil da Esperança recorreu ao TSE.
Além da ofensiva do PT, Moro também é alvo de uma ação movida PL que pede a investigaççao de suposta irregularidde em gastos e doações de ampanha do ex-jui.
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