Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 14 de novembro de 2022

No país do futebol as grandes e pequenas mídias esportivas tentam envolver a sociedade brasileira no clima da Copa do Mundo. No entanto, o povo brasileiro que gosta de futebol, neste momento está mais preocupado com o futuro da nação.

Havia uma época em que os políticos distraiam o povo com novela, carnaval e futebol, enquanto aprovavam leis perversas e subtraiam o dinheiro público. Hoje, não mais, o povo está atento e, os torcedores da Seleção Brasileira estão nas ruas, nas rodovias, nas frente dos quartéis em busca justiça para a construção de uma nação livre e soberana.

Assim como aconteceu na idade média, o renascimento cultural e os protestos contra os podres absolutistas. Surgi no Brasil o movimento espontâneo, legítimo, democráticos, determinado e convicto do povo brasileiro, em defesa da liberdade e da democracia, contra a corrupção, e autoridades do judiciário, que não respeitam a Carta Magna.

O povo brasileiro pacificamente, aos milhões estão nas ruas, nas estradas de todo o país, e agora também no Planalto Central, com sede e fome de justiça. Porém, hoje tem ao seu lado a Forças Armadas, como poder moderador. A melhor notícias, é que a instituição tem por formação os princípios de valores moral e ético, em defesa da família e da Pátria.

Ministros do Supremo Tribunal Federal, que também comandam o Supremo Tribunal Eleitoral, não representam a vontade do povo e muito menos atentam para o clamor do povo.

Na contramão da Constituição, eles que deveriam ser os guardiões da Carta Magna, abusam do poder que lhe foi conferido, e como ditadores colocam mordaça no povo, cerceiam jornalistas e parlamentares, e ainda controlam o sistema eleitoral por meio de urnas eletrônicas, sem votos impresos.

O povo não está feliz, e quer justiça! Eles idealizaram um plano extraordinário para colocar no poder um ex-presidiário condenado por corrupção em todas instância da justiça.

Os brasileiros não querem ser governados por esse candidato eleito pelas urnas eletrônicas, vunerável e sucetível a fraude, cujo os resultados não têm credibilidade, e portanto, representa a vontade soberana do povo.

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