Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 9 de novembro de 2022

O presidente Jair Bolsonaro fez uma coletiva com a imprensa nesta terça-feira (08/11) e falou sobre injustiça e fraude.

Segundo o presidente Bolsonaro, o ministro Alexandres de Moraes, disse não poderia usar o fundo partidário para fazer auditoria das inserções. Por outro lado, o próprio Moraes diz que a auditoria das inserções é obrigação de cada candidato.

Bolsonaro denunciou, que durante a campanha, no mesmo tempo em que excluíram as suas inserções nas rádios, o candidato do PT propagou nas emissoras de rádios mentiras na qual diziam que o presidente da República [Bolsonaro] iria acabar com o FGTS. Esse tipo de propaganda é criminosa, por criar um fábula mentirosa, que tem por objetivo difamar o adversários, e induzir o eleitor acreditar em algo mentiroso e impossível.

Por princípios constitucionais o direito trabalhista só pode ser suprimido com uma nova constituição, portanto, fora das atribuições do poder Executivo. Quem foi presidente da República, sabe disso, e usa esse expediênte com intuito de tirar vantagem ilícita e meter medo no trabalhador.

Não se pode admitir esse tipo de teatro, com mentira e propósito de enganar os eleitores menos esclarecidos. Isso é uma peça falsa, além de mentirosa é também enganosa, que deve ser considerado crime eleitoral.

O presidente do TSE recebeu as provas em tempo hábil, no entanto, reverteu o processo, e o acusou [grupo do Bolsonaro] de quer tumultuar o processo eleitoral, quando deveria imediatamente solicitar investigação e punir com rigor os responsáveis.

Estelionato eleitoral

Esse fato lembra um episódio que aconteceu aqui no Paraná no ano de 1990, quando o então candidato Roberto Requião, criou um personagem chamado “Ferreirinha”, o qual se dizia ser capataz da família de José Martinez, candidato que liderava na pesquisa. O capataz dizia que era justiceiro e matava família inteira a serviço do avô de Martinez. Com essa fábula, Roberto Requião, conseguiu reverter o resultado das pesquisas e vencer nas eleições para o governo do Paraná. Foi até então, o maior estelionato da história das eleições no Brasil.

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