Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 2 de novembro de 2022

A corrupção é o maior crime contra a democracia; subtrai o dinheiro público da saúde, educação, segurança…

O protesto do povo brasileiro cresce a cada hora que passa, e ganha corpo em todo o território brasileiro, até mesmo na região nordeste onde o as urnas deram votação favoráveis ao candidato Lula, condenado por corrupção na operação Lava Jato, e descondensado pelos ministros do STF.

O povo está nas ruas das cidades, caminhoneiros paralisam as estradas e rodovias, desabastecimento nos supermercados e postos de combustíveis chega a 70% em alguns estados, o caos está tomando conta do país.

A situação deve se agravar, e pode ficar ainda mais terrível, caso o movimento se prolongue por mais dias. Se crise política não for resolvida imediatamente, o país corre sério risco de entrar em colapso de abastecimento.

A esquerda está temerosa, na expectativa de possível desdobramento, que não seja uma intervenção federal. Um site petista, anunciou apossibilidade do MST confrontar o movimento dos caminhoneiros.

A crise é institucional, gerada pelo conflito entre ministros do STF e Executivo.

Ontem, ministros do STF se reuniram para articular uma forma de enquadrar o presidente Jair Bolsonaro, que permanece recolhido no Palácio Alvorada.

No momento o país está sendo governado por resoluções e determinações do ministro Alexandre de Moraes, que buscam controlar e debilitar a crise por meio de normativas e ameaças de multas e força policial.

A verdade é que os ministros do STF não foram eleitos para gestão pública, não tem prerrogativa legal, nem mesmo experiência política para lidar com crise social. Isso pode provocar uma convulsão social, e obrigar uma intervenção federal.

Veja Também