Jornalista percorre o Paraná em busca de apoio e tenta repetir o desempenho surpreendente que a levou ao segundo turno da eleição em Curitiba. Pré-candidata aposta na força do eleitor conservador e na renovação política...
Evidente que para isso é preciso que haja tranparência e honestidade
“Os Estados Unidos confiam na força das instituições democráticas brasileiras”, (não nas urnas) afirma a unidade diplomática americana em nota.
A assessoria de imprensa da Embaixada dos Estados Unidos divulgou uma nota, na noite desta terça-feira, na qual diz que as eleições brasileiras “servem como modelo para as nações do hemisfério e do mundo”. Vamos entender que uma coisas é as eleições e outra é o sistema eleitoral.
“As eleições brasileiras, conduzidas e testadas ao longo do tempo pelo sistema eleitoral e instituições democráticas, servem como modelo para as nações do hemisfério e do mundo”, diz a nota. É claro que não estão falando do tipo de votação sem votos impresso, mas do eleitor brasieiro que aceita passificamente a impossição do TSE.
EUA confiam na democracia
“Como já declaramos anteriormente, as eleições do Brasil são para os brasileiros decidirem. Os Estados Unidos confiam na força das instituições democráticas brasileiras. O país tem um forte histórico de eleições livres e justas, com transparência e altos níveis de participação dos eleitores”, acrescenta a nota. Não se sabe se a tradução da nota foi feita no pé da letra, mas uma coisa é o eleitor brasileiro comparecer as urnas, outra é confiar nas Urnas Eletrônicas.
Os norte-americanos dizem ainda que estão “confiantes de que as eleições brasileiras de 2022 vão refletir a vontade do eleitorado”, isto pode ser entendido como um recado para aqueles que pretendem manipular os resultados: “os cidadãos e as instituições brasileiras continuam a demonstrar seu profundo compromisso com a democracia” (mais uma vez a nota reforça o recado, não tirem a esperança do povo) e que “à medida que os brasileiros confiam em seu sistema eleitoral, o Brasil mostrará ao mundo, mais uma vez, a força duradoura de sua democracia”.
- Percebe-se que a Embaixada EUA, foi cautelosa com relação as Urnas, sempre se refere ao eleitor brasileiro e ao sitema eleitoral, no sentido organizacional, com eleições pacíficas. Contudo, a embaixada Norte Americana, evita polemizar sobre a questão de credibilidade do eleitor com relação as Urnas sem o voto impresso. Fonte: com base nas informações da CNNBrasil
(OBS: Não foi exposto a nota da Embaixada EUA, pela CNN)
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