Jornalista percorre o Paraná em busca de apoio e tenta repetir o desempenho surpreendente que a levou ao segundo turno da eleição em Curitiba. Pré-candidata aposta na força do eleitor conservador e na renovação política...
Milhares de argentinos foram às ruas de várias cidades do país no sábado (09), quando se comemora o Dia da Independência, para protestar contra o governo do presidente Alberto Fernández e da vice Cristina Kirchner.
A manifestação, chamada de Argentinazo e convocada pelas redes sociais, teve como destino final em Buenos Aires o Obelisco, marco da independência argentina. Segundo o jornal Clarín, os manifestantes entoaram gritos como “viva a pátria” e “governo de ladrões” e carregaram cartazes com a imagem de Kirchner vestida de presidiária.
Protestos foram registrados em outras importantes cidades argentinas, como Rosário, Mar del Plata e San Miguel de Tucumán.
Os protestos tiveram como foco a crise econômica na Argentina, cuja inflação de 29,3% acumulada de janeiro a maio representou o maior patamar para os cinco primeiros meses do ano desde 1991. As previsões privadas mais recentes coletadas mensalmente pelo Banco Central indicam que a inflação será de 72,6% neste ano e de 60% em 2023.
No início da semana, a nomeação da nova ministra da Economia do país, Silvina Batakis, substituta de Martín Guzmán e ligada ao kirchnerismo, fez o valor do dólar no mercado informal, que já vinha batendo recordes, subir ainda mais. Economistas estimam que 40% dos argentinos vivem na pobreza.
A esquerda, que critica o governo Fernández pelo recente acordo de refinanciamento da dívida do país com o Fundo Monetário Internacional (FMI), também realizou manifestações – na capital, o ponto de encontro foi a Praça de Maio. (Blog Terça Livre)
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