Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 15 de junho de 2022

O pontífice diz que a Otan provocou a guerra na Ucrânia, relativizando a decisão de Putin, em declaração parecida com a que tentou justificar uma ação da Al Qaeda em 2015

papa Francisco em seu relativismo, comentou a invasão russa da Ucrânia em uma conversa com jesuítas nessa terça (14), informa a Crusoé. “É preciso se distanciar do padrão normal de que a Chapeuzinho Vermelho era boa e o lobo era mau”, disse o pontífice.

“Francisco então falou de uma conversa sua com um chefe de Estado, que falou de sua preocupação sobre como a Organização do Tratado do Atlântico Norte, a Otan, estava se movendo para perto da Rússia. ‘Não entendem que os russos são imperiais e não permitem que uma potência estrangeira se aproxime’, disse Francisco. ‘É preciso ver também todo o drama que se desenvolve por trás desta guerra que talvez, de alguma maneira, foi provocada ou não impedida.’”

Esta não é a primeira vez que o papa fica do lado do agressor. No dia 7 de janeiro de 2015, dois terroristas da Al Qaeda, armados com fuzis Kalashnikov, invadiram a redação do jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, e massacraram doze pessoas. […] Depois, em uma conversa com jornalistas em um avião, Francisco criticou o comportamento dos jornalistas assassinados.”

Estaria o papa Francisco com esse relativismo querendo justificar a inquisição da “santa igreja Católica, ou a pedofilia dos padres e bispos, ou o homossexualismo dentro da igreja, ou patrimonio incalculável da Igreja? É compreensível que o Papa seja um lider mediador e pacificador, contudo, não deve ser como uma nau a deriva. O potifíce deve ter uma posição coerente e convicta entre o que é correto ou errado, mesmo que não agrade a todos.

Fonte: O Antagonista

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