Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 13 de maio de 2022

O deputado da Amazonas, Marcelo Ramos PSD-AM, defendeu no Plenário a segurança e a transparência do sistema eleitoral e disse ironicamente acreditar no compromisso das Forças Armadas com a Constituição e a democracia.

“Os militares, assim como o presidente da República, juram cumprir Constituição, e, quem jura, respeita e reconhece que a última palavra sobre a Constituição é do STF. Quem dá a última palavra não são as Forças Armadas, o presidente ou os parlamentares. Quem jura cumprir a Constituição reconhece que é o Poder Judiciário, por intermédio do TSE, que executa a eleição”, afirmou.

No entanto, o STF que deveria ser uma Corte Constitucional, tem interferido em atribuições exclusiva do Executivo, assim como também interfere em temas que deveriam ser discutido e votado no Congresso Nacional. Tais interferência da Suprema Corte, provoca insegurança jurídica e contestação por parte da sociedade.

Fato é que a Suprema Corte, foi instrumentada por juízes indicados pelos presidentes socialistas e comprometido com seus ideais políticos, o que deixa notório suas decisões tendenciosas e duvidosas.

Como declarou o Jurista Ives Granda Martins, as decisões antidemocrática de alguns ministros do STF nos últimos anos, coloca em risco o frágil sistema democrático brasileiro.

Na opinião do deputado da esquerda, o debate sobre a confiabilidade da urna eletrônica está superado após a Câmara rejeitar a proposta do voto impresso, no ano passado. “Nosso sistema é seguro, confiável e transparente”, disse o deputado do Amazonas.

Na verdade o eleitor não confia nas urnas eletrônicas, o TSE não admite voto impresso e faz objeções a fiscalização e auditoria do sistema assim como também não divulga a chave do controle secreto, que fica nas mãos de meia dúzia de pessoas do próprio tribunal.

Fonte: Agência Câmara de Notícias (reportagem – Luiz Gustavo Xavier)

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