Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 29 de abril de 2022

247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu nesta quinta-feira (28) que a 13ª Vara Federal de Curitiba era incompetente para julgar o caso Torre Pituba, ação com maior quantidade de réus da Lava Jato do Paraná. O magistrado anulou todos os atos decisórios da juíza Gabriela Hardt no processo e remeteu o caso à Justiça Eleitoral. 

O caso Torre Pituba soma 39 réus, sendo que 14 firmaram colaboração premiada, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. A ação envolve suspeitas de um esquema de pagamento de propina relativo à construção da sede financeira da Petrobrás em Salvador.

A decisão de Lewandowski é mais uma vitória da corrupção e do crime organizado, um prêmio aos políticos corruptos, inimigos da nação, um atentado contra o Estado Democrático de Direito e as garantias Constitucionais.

Lewandowiski foi nomeado pelo ex-presidente Lula em 2006, e nas barbas do povo, toma decisões absurdas contra a Constituição, em favor de seus pares, anulando todas as condenações proferidas pela justiça.

MENSALÃO
Em 2012, o ministro foi o revisor do processo do mensalão, absolvendo José Dirceu, Genoino e mais outros 11 acusados de formação de quadrilha. 

TRAPAÇA

IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF – O impeachment confere perda do cargo e inelegibilidade por oito anos. Lewandowski, por sua vez, decidiu que as votações seriam separadas. Ou seja, uma para a perda do cargo e outra para manter os direitos políticos. A decisão, considerada uma “manobra judicial”, foi criticada por outros juristas e pela população, ganhando o apelido de “fatiamento do impeachment”.

As decisões suspeitas de alguns ministros do STF, provoca revolta na sociedade que clama ao Superior Tribunal Militar, para assumir como Corte Moderadora em defesa da Constituição Federal.

Ricardo Lewandowski, Sergio Moro e Gabriela Hardt (Foto: STF | Reuters | Divulgação)

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