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O crime da mala que abalou Curitiba, muitas coisas ainda precisam ser esclarecidas
A policia apresenta um possível assassino da menina Rachel Genofre de 09 anos, que foi violentada e morta no novembro de 2018 em Curitiba.
O corpo da criança foi encontrado dentro de uma mala abandonada embaixo de uma escadaria da Rodoviária, dois dias depois de seu desaparecimento. Informações do exame médico legista constataram, que o corpo apresentava sinais de estrangulamento e de violência sexual.
Carlos Eduardo dos Santos, preso em São Paulo desde 2016, por crimes diversos, é apontado como possível assassino da menina. Até então a polícia já havia descartado 116 suspeita da investigação.
Segundo o delegado Riad Braga Farhat, que participou das investigações, disse que mesmo que o suspeito não fale nada, o caso está resolvido com 100% de certeza.
O DNA do suspeito foi incluído recentemente no Banco Nacional de Perfis Genético, onde ficam os dados de acusados por crimes violentos, hediondos e sexuais. Segundo a polícia há 100% de compatibilidade do DNA do acusado com os colhidos na cena do crime. O homem morava, na Rua Rua Alferes Pioli, no Centro de Curitiba, na época do crime, e de acordo com a polícia a menina passava pela rua onde ele morava.
No entanto, o delegado Marcos Fontes, da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), de Curitiba, afirmou que ainda precisa colher depoimentos e fazer a reconstituição para elucidar a forma do crime.
A mãe da criança assassinada, Maria Cristina, há pouco tempo fez criticava a investigação, a qual considerava negligente, com erros graves. A advogada Cassia Bernardelli, achou falha nos procedimentos policiais “Quando um cadáver é encontrado, o básico é interrogar as pessoas no entorno do local, funcionários, testemunhas. Não conseguiram nem falar com o índio que encontrou a mala onde o corpo dela estava”, afirmou. Na entrevista a impressa, o pai da vítima Michael Genofre, se diz muito indignado pela demorar de 11 anos para uma resposta, mas acredita que há muitas coisas a ser esclarecida. “O sujeito morava a 750 metros do Instituto Estadual de Educação do Paraná, onde Rachel estudava, as câmaras da rodoviária não funcionava. E as outras câmaras ao longo deste itinerário por onde a criança passou até o local do crime, por que não foram periciadas?
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