Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 23 de fevereiro de 2022

O ministro Edson Fachin (emposado pela ex-presidente Dilma Rousseff), nesta quarta-feira (23), em sua primeira entrevista coletiva como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (STE), disse que no seu mandato será ampliar o combate a desinformação. O que é desinformação para o ministro? Discordar das Urnas Eletrônicas, duvidar da eficácia da vacína, usar palavas proíbidas pelo STF, ou discordar atos inconstitucionais de certos ministros?

O ministro da Corte irá ampliar os recursos do enfrentamento às fake news, que não ficará centralizado em Brasília. Fachin anunciou o Programa de Fortalecimento Institucional, em que todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) das 27 unidades federativas do país contarão com iniciativas que visam “mitigar os efeitos negativos provocados pela “desinformação” à imagem da Justiça Eleitoral”.

Fato é que alguns ministros do STF não admite de forma alguma qualquer questionamento, que coloque em dúvida as Urnas Eletrônicas, e se mantém irredutível a questão de voto impresso e auditável.

“Este programa se dispõe, na verdade, não apenas a defender a imagem da Justiça Eleitoral. Ele usa como pretexto a defesa moral da Justiça Eleitoral que nos ultimas décadas tem sucitados a descridibilidade dos eleitores.

Nas últimas eleições mais de 30% dos eleitores aptos a votar, não comparece as urnas, ou votam em branco ou nulo. O desiteresse dos eleitores se deve pela falta de credibilidade da sociedade no sistema eleitora e nas Urnas Eletronicas.

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