Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 31 de dezembro de 2021

O governo da Bahia Rui Costa (PT) que nada fez para previnir as enchentes na região, agora calcula que o custo para reconstruir as estruturas destruídas pelas chuvas pode chegar a R$ 2 bilhões. A chuva intensa neste período do ano é comum na região. Porém, compete ao governo do Estado junto com os municípios a execussão de obras drenagens do rio para evitar assoreamento e barreiras de contenções, além de um plano de urbanização que evite ocupação desordenada em area de risco.

O prejuizo pela falta de investimento do governador Rui Costa (PT) irresponsável, que rapidinho já fez um calculo de R$2 Bilhões para recuperar casas, rodovias estaduais e federais, além do custo social de moradores e comerciantes que perderam móveis, eletrodomésticos e mercadorias.

Em Santa Catarina os problemas com enchentes foram resolvido com a dragagem do rio Itajaí-açu, e construção de barreiras de contenção. O problema da região é agravado pelo crescimento demográfico e ocupasão desordenada na região do Vale do Itajai.

O governador da Bahia, que foi incompetência durante seu governo, não investiu em projeto de prevenção à enchente, e ainda não apresentou nenhum plano para solucionar o problema na região. Rui Costa que gasta dinheiro público com promoção do Carnaval e propaganda do governo, poderá quem sabe este ano de 2022, destinar essa verba para socorrer o povo do sul da Bahia.

No entanto, já pressiona o Governo Federal por mais verbas: “A expectativa é que o governo federal faça a sua parte. Moram 15 milhões de brasileiros na Bahia”. (como se todos os baianos morassem na região alagada). “Já nos primeiros dias de janeiro, queremos começar a reconstrução das primeiras casas” disse Rui Costa.

Na manhã desta sexta-feira (31), o governador promoveu uma reunião virtual com dezenas de prefeitos e pediu que eles cadastrem todos os moradores, comerciantes e prestadores de serviços prejudicados pelas enchentes no estado. O objetivo é mapear a demanda para obter recursos e convênios.

Vítimas das chuvas

A Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) atualizou, na tarde de quinta-feira (30), os números referentes à população atingida pelas enchentes que ocorrem em diversas regiões do estado. Até agora, são 37.035 desabrigados, 54.771 desalojados, 25 mortos e 517 feridos. O número total de atingidos é de 643.068 pessoas.

Os desalojados são pessoas que saíram de suas casas, mas estão em casa de parentes e amigos. Já os desabrigados são aqueles que tiveram que sair das suas casas e necessitam abrigo temporário promovido pelo poder público.

Os números correspondem às ocorrências registradas em 163 municípios afetados. Desse total, 151 estão com decreto de situação de emergência.

Recursos federais

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) informou ter repassado mais R$ 5 milhões para dez cidades baianas. São elas: Teolândia, Jaguaquara, Boa Vista do Tupim, Guaratinga, Conceição do Almeida, Jiquiriçá, Amargosa, Itambé, Ribeira do Pombal e Itabela. Os recursos vão beneficiar mais de 112 mil pessoas que sofrem com as fortes chuvas.

Com essas liberações, o MDR disse que o total de repasses do governo federal à Bahia soma R$ 32,1 milhões, desde o fim de novembro, para ações de respostas ao desastre natural em 33 municípios.

Já a Secretaria-Geral da Presidência da República informou, na tarde desta sexta-feira (31), que o presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 700 milhões, em favor do Ministério da Cidadania.

Os recursos serão empenhados no enfrentamento dos estragos causados pelas chuvas em diferentes estados, principalmente Bahia e Minas Gerais, especialmente na recuperação de infraestrutura de casas, rodovias, fornecimento de energia elétrica e água potável. 

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