Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 30 de novembro de 2021

Moro diz à Crusoé que nunca incentivou qualquer culto a sua personalidade e que nunca se apresentou como uma ideia ou como um mito

Sergio Moro, em entrevista, justifica porquê decidiu ser candidatar a presidente, contrário daquilo que afirmava no passado, em que dizia que nunca seria candidato.

“O que mudou é que há uma demanda por alternativas políticas. Temos dois extremos. Um governo onde ocorreu os maiores escândalos de corrupção da história e entregou a recessão [PT e PSDB]. Moro aposta no pior, acredita que o governo não vai consegui equilibrar a economia: “um governo que também entregará provavelmente uma recessão, com o aumento do desemprego e da fome, e desmantelou o combate à corrupção”.

Diante deste quadro Moroa acredita que há um chamado, como se fosse uma missão. “Senti a necessidade de realizar esse enfrentamento, apresentando um projeto para o país. O Brasil não pode ser forçado a escolher no próximo ano entre dois pesadelos.

O ex-ministro Segio Moro, se apresenta como o “novo” e repete o mesmo chavões de terceira via: “O país merece ter sonhos e possibilidades. Eleição é tempo de esperança. As pessoas estavam desapontadas com o presente e com o futuro. O povo brasileiro merece ter alternativa a essas duas opções trágicas”.

Ele garante que não se trata de um projeto pessoal:

“Eu fiz um trabalho na Lava Jato e posteriormente no ministério da Justiça. No primeiro, fui exitoso no combate à corrupção e no segundo no enfrentamento ao crime organizado e na redução da criminalidade.

Disse que nunca foi vaidoso ou buscou a autopromoção: “Mas nunca incentivei qualquer culto a minha personalidade. Nunca me apresentei como uma ideia ou como um mito. Meu trabalho foi uma conquista da sociedade brasileira. Coloquei meu nome à disposição para liderar um projeto e que pretende ser de muitos. Bem diferente desses dois extremos”.

Fonte: O Antagonista

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