Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 24 de novembro de 2021

Para o mundo do rock sem dúvida o dia 24 de novembro de 1991, foi o dia mais triste da história do rock, o dia que o mundo fica seus maiores talentos. Com apenas 45 anos, Freddie Mercury, o vocalista, pianista e principal compositor da banda inglesa Queen, perdia a batalha contra o vírus as aids. Em uma época que a mais eficaz droga contra a doença ainda era o AZT (azidotimidina) e os coquetéis antirretrovirais não haviam sido descobertos, o preconceito os soropositivos era imenso. 

Talvez, por isso, apenas dos boatos insistentes dos tabloides britânicos, como o The Sun, que já vinham noticiando durante todo aquele ano de 1991 que Freddie Mercury rinha aids, o astro pop só declarou oficialmente portador dessa doença somente antes de morrer. 

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Os sinais que o vocalista do Queen, declaradamente homossexual, convivia com esse vírus pareciam claros para os fãs: a banda não fazia turnês desde 1986. Nas raras aparições públicas, ele estava bem mais magro e, nos dois clipes que foram feitos para promover o álbum Innuendoas imagens em preto e branco e Freddie aparecia maquiado (These Are The Days Of Our Lives) ou fantasiado (como em ( I’m Going Slightly Mad). 

Para o baterista Roger Taylor, “colocá-lo caracterizado era uma boa camuflagem. A maquiagem, a peruca, o preto e branco, ajudaram a esconder o fato de que Freddie já estava bem doente” . Naquele que foi o último álbum da banda e de estúdio do Queen com Freddie Mercury, os fãs também consideraram as músicas The Show Must Go On uma despedida em uma. Afinal, alguns trechos do single diziam “O show tem que continuar/ vou enfrentar comum sorriso no rosto/ eu nunca irei desistir”. 

Fonte: Agência Brasil

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