Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 8 de novembro de 2021

A Pfizer diz que a sua pílula antiviral é capaz de reduzir em 89% a hospitalização ou morte em pacientes que apresentam risco maior de evoluir para casos graves da Covid-19. Seguando o infectologista José Valdez Madruga, é “simples de usar” e algo que “foi esperado durante muito tempo”.

De acordo com Madruga, o medicamento precisa ser tomado duas vezes ao dia, junto com uma outra droga, o Ritonavir. Ele acredita que a tendência é de que mais remédios contra a Covid-19 surjam, para “estratégias combinadas”: mantendo o distanciamento social, uso de máscaras e a vacinação. OBS: Ritonavir é comercializado com o nome Norvir® é um fármaco antirretroviral que age como inibidor de protease, sendo utilizado para tratar infecção pelo vírus HIV e AIDS.

Interessante que a imprensa que tanto atacou o tratamento precoce brasileiro, que salvou muitas vidas, não questiona os efeitos colaterais deste medicamento. Muitos estranho que médico ou cientistas, ainda não questionaram os efeitos colaterais dos princípios ativos da fórmula antiviral desenvolvida pela Pfizer.

O senhor Madruga, que é investigador principal do estudo no Centro de Referência e Treinamento de São Paulo, disse que o próximo passo é de “compilar os dados e submeter para as autoridades regulatórias.”“A Pfizer vai submeter ao FDA, dos Estados Unidos, à agência europeia, EMA, e posteriormente à Anvisa”.

“Comportamento é super importante, se não tivermos cuidado, mesmo com a população vacinada, a pandemia volta a crescer, vimos isso em outros países, Inglaterra e Holanda, estão revendo a questão da flexibilização”, completou Madruga.

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