Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 3 de agosto de 2021

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia retoma suas atividades nesta semana, e a expectativa é que os trabalhos sejam concluídos até mesmo antes do prazo final, previsto para outubro.

Ao comentar a retomada dos trabalhos nas redes sociais, o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), destacou que a CPI da Pandemia conta agora com sete frentes de investigação, definidas durante o recesso parlamentar.

“Temos sete frentes [de investigação], ainda em plena apuração, que queremos incluir no relatório final para não deixar nenhuma ponta solta. Temos três meses de trabalhos pela frente, mas espero que consigamos terminar até antes disso.

A CPI da Pandemia foi um verdadeiro show de lambança, até o momento não mostrou para que veio, se limitou em atacar o governo federal e seus ministros, evitando de investigar governadores e prefeitos que desviaram verbas recebida da União. No twiter Omar Aziz públicou ironicamente: “É o que sempre falo: não investigamos pessoas, investigamos fatos e os fatos chegam às pessoas”.

Em entrevista ao jornal O Globo, o vice-presidente da CPI da Pandemia, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), avaliou que os trabalhos da comissão deverão ser concluídos em setembro.

Sem consistência, a CPI enverada para o achismo e tenta de qualquer forma encontrar um meio para atrelar ao Presidente uma cupabilidade qualquer. O senador Randolfo, afirmou que não há dúvidas de que o presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de prevaricação no caso da tentativa de compra da vacina Covaxin. Ressaltou que a comissão quer avançar na nova etapa dos trabalhos para entender qual a motivação por trás desse episódio.

Em entrevista à TV Capixaba, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) classificou a CPI da Pandemia como um movimento “claramente político” visando às eleições de 2022, em que “candidatos a governador e a presidente são os que acabam criando narrativas”. Marcos do Val voltou a defender o governo federal e disse que “não se veem atos de corrupção ou tentativas de corrupção”.

Fonte: Agência Senado

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