Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 1 de outubro de 2026

Neste período eleitoral é comum sabotagem de vandalismo político, para culpar outros candidatos, fazer intriga religiosas e usar para ataques aos adversários.

A corporação fez uma análise inicial do caso e identificou elementos para a abertura formal da investigação. A apuração ficará a cargo da Diretoria de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (Dicor).

A piada do humorista Antonio Tablet, com insinuação de que o presidenciável Flávio, acabaria com a padroeira do Brasil, foi ingrediente para alimentar a propaganda de ódio de vários políticos e jornalistas da esquerda.

Nas redes sociais não faltam montagem e fake News, com intenção de provocar ataque aos evangélicos e criar um clima de revanchismo entre católicos e protestantes. A verdade é que as religiões cristãs, tanto católica assim como cristãs protestantes (evangélicas) convivem em harmonia, e o que as separam são muito menores do que as unem.

Pode até haver um e outros discursos de alguns poucos sacerdotes, os mais inflamados ou eloquentes, mas não representam os pensamentos e o esperto de união e fé dos povos cristãos.

Certa ocasião, na vista do Papa Francisco ao Brasil, uma empresa de outdoor, espalhou pela cidade alguns cartazes brancos com a figura de Francisco. No dia seguinte, um grupo coordenado, jogou um jato de tinta vermelha no outdoor. Os jornais estamparam na primeira e alguns até insinuando vandalismo dos evangélicos. No entanto, não há guerra santa entre os católicos e evangélicos, todos vivem bem e harmônico aqui no Brasil.

No Chile, em 2020 No Chile, em 2020  pouco antes do candidato de esquerda Gabriel Boric ganhar as eleições, grupos de militantes da extrema socialita, invadiram diversas igrejas históricas e atearam fogo, em protesto por motivos político-ideológico contra a Igreja Católica. Atribuição das igrejas incendiadas à movimento socialista de “grupos de esquerda” (03 de outubro de 2020).

Dino que se declara comunista, desta vez acionou a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) após reunir relatos do que considera uma “onda de ataques” contra símbolos religiosos. Os episódios envolvem casos de vandalismo e destruição de imagens ligadas a diferentes religiões entre março e setembro deste ano.

Foto: divulgação –

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