Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 21 de setembro de 2026

O partido Novo, emitiu uma nota para esclarecer que Delton Dallagnol, canditato ao Senado, foi proibido de fazer campanha. Dallagnol disse que, nem Lula quando estava preso e inelegível, foi impedido.

Confira o texto da nota: um ministro do TSE, indicado por Lula e apontado pela defesa de Deltan como aliado de primeira hora de Alexandre de Moraes, suspendeu a campanha de Deltan ao Senado.

Essa decisão, fora do padrão, foi proferida em um processo que a defesa de Deltan classifica como sigiloso, enquanto todos os demais processos de registro de candidatura tramitam em publicidade.

E foi proferida enquanto o processo de Deltan ainda estava no Paraná sendo julgado, onde ele já havia vencido por maioria (4 a 3) e sequer tinha subido para o TSE em Brasília.

Isso nunca havia acontecido na história do Brasil: um candidato com registro deferido sendo proibido de fazer campanha. Lula, mesmo inelegível, preso e sem registro, teve seus direitos respeitados e fez campanha em 2018 até que o plenário do TSE julgasse seu pedido de registro.

A jurisprudência do TSE, há mais de uma década, entende que a análise de pedidos de registro para uma eleição não vincula o julgamento de pedidos de registro para eleições posteriores.

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