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Fachin levou em consideração a questão de ordem que os fatos do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quinta-feira (17/9) adiar a análise do caso no qual Moraes acusa o ministro André Mendonça, por abrir e denunciar ministros relacionados nas investigações do Banco Master. A nova data para julgamento será definida posteriormente, muito provável que será depois das Eleições, (para não respingar na campanha do presidente Lula).
A Transparencia Internacional em nota divulgou que o “Julgamento no STF projeta grave risco de impunidade e profunda crise institucional”.
A decisão ocorre em meio ao impasse instalado na Corte sobre a condução das apurações envolvendo magistrados citados no caso. Fachin levou em consideração uma questão de ordem apresentada durante o julgamento da última terça-feira (15/9), cuja análise foi interrompida por um pedido de vista por parte de Gilmar Mendes.
A petição foi aberta por determinação de Fachin a partir de informações encaminhadas pelo ministro Alexandre de Moraes. O procedimento tem como base relatório de inteligência da Polícia Federal que aponta supostas irregularidades na condução das investigações do Banco Master pelo ministro André Mendonça.
Alexandre de Moraes, que se utilizou por diversas vezes dos relatórios de Polícia Federal para amparar suas decisões e condenações, hoje questiona e não aceita a investigações que apontam sua ligação com Vorcaro.
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