Assembeia dos Peritos escolhe Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei para substituir o pai, morto em ataque. O ditador Ali Khaminei, matou durante os protestos mais de 30 mil mulheres e homens e prendeu mais de 100...
Assembeia dos Peritos escolhe Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei para substituir o pai, morto em ataque. O ditador Ali Khaminei, matou durante os protestos mais de 30 mil mulheres e homens e prendeu mais de 100 mil entre jovens e adutos.
A assembleia dos Peritos (ou dos especialistas) do Irã definiu que o novo líder supremo do país é o aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, morto em um ataque de Israel contra o regime do iraniano.

A informação de que o novo líder havia sido escolhido havia por um dos reprentantes da assembleia, Mohsen Heidari Alekasir, no início deste domingo (8). “A opção mais adequada, aprovada pela maioria da Assembleia dos Peritos, foi escolhida”. O nome, no entanto, não havia sido revelado.
Seyyed Mojtaba Khamenei é o segundo filho de Ali Khamenei e tem 56 anos. A escolha indica uma decisão da Assembleia de manter a linha já adotada pelo antecessor.
Mojtaba acumulou poder sob o comando de seu pai como uma figura sênior próxima às forças de segurança e ao vasto império de negócios que elas controlam. Ele se opôs aos reformadores que buscam se envolver com o Ocidente, que tenta restringir o programa nuclear do Irã.
Líder supremo
No cargo de líder supremo há 36 anos, o ditador Ali Khamenei estava no topo da estrutura de Poder da República Islâmica do Irã que, além do Executivo, do Parlamento e do Judiciário, conta com o Conselho dos Guardiões, formado por seis indicados do próprio Aiatolá Khamenei e seis indicados pelo Parlamento.
Outro órgão político típico da República Islâmica é a Assembleia dos Peritos, formada por 88 religiosos eleitos pelo voto popular. Essa assembleia é responsável por eleger o aiatolá que será o líder supremo do Irã. Apesar de o cargo ser vitalício, a Assembleia dos Especialistas pode destituí-lo.
Israel promete assassinar escolhido
Na última quarta-feira (4), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que o próximo líder Supremo do Irã se não entregar o poder para o povo será igualmente morto.
“Será um alvo inequívoco para eliminação. Não importa qual seja o nome dele ou onde ele se esconda”, disse em uma rede social.
Estima-se que a guerra do Irã já tenha custado a vida de, pelo menos, 1.332 civis, segundo autoridade iraniana. Entre as vítimas dos ataques, esteve uma escola de meninas, onde 168 crianças foram mortas, expondo os horrores que o conflito pode produzir.
A Guarda Revolucionária do ditador Ali Khaminei, matou durante os últimos protestos pelo menos 30 mil cidadãos e prendeu mais de 100 mil entre jovens e adutos mulheres e homens.
* com informações da agência Reuters
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