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Celso Amorim, assessor especial de Lula, defende cautela diplomática às vésperas de encontro com Donald Trump e afirma que escalada representa ameaça à paz.
Segundo Celso Amorin, o cenário atual é de forte tensão e pode evoluir para um quadro ainda mais instável na região. O assessor se mostra preoculpado com ataques que elemina dos ditadores corruptos, defendido pelo governo Lula: “Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, afirmou o embaixador em entrevista à GloboNews.
Celso Amorim é uma das figuras mais proeminentes do partido dos trabalhadores, talvez seja o maior articulador político da equipe do governo Lula. Tem a missão de instruir o presidente, preparar os discursos, coordenar a equipe de relações internacionais e ainda apagar os incêndios.
Ao detalhar o que considera “o pior”, Amorim apontou para o risco de ampliação do conflito para além dos atores diretamente envolvidos: “O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento”.
O regime do Irã, agora mostra sua verdadeira face, ao atacar diversos paises ao seu redor e promete usar suas milicias espalhada pelo mundo para provocar terrorismo: “O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, argumentou.
Amorim destacou a complexidade diplomática do momento, especialmente às vésperas de um encontro bilateral de alto nível. “Estamos a poucos dias do encontro do presidente com Trump, em Washington. É sempre difícil encontrar o equilíbrio entre a verdade e a conveniência. Não perder a capacidade de diálogo sem comprometer a credibilidade exige destreza”, afirmou.
O governo brasileiro já se manifestou a favor do grupo terrorista Hamas, do ditador da Venezuela Nicolás Maduro, e agora se manifestou solidariedade ao regime do Irã e defendeu a interrupção das ações militares na região do Golfo.
Em nota divulgada na noite de sábado (28), o Ministério das Relações Exteriores classificou a escalada como uma grave ameaça à paz. Fica difícil para a diplomacia brasileira falar em paz, quando o governo Lula escolhe manifestar apoiio a governantes antidemocráticos e opressores.
Fonte: Globo News
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