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Empresa Maridth Participações é ligada à família do minstro Dias Tofolli
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (27) anular a deliberação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, que quebrou os sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridth Participações, ligada à família do ministro Dias Toffoli.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, anunciou que vai contestar a decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilo da Maridt, empresa cujos sócios formais são irmãos do ministro Dias Toffoli.
Os irmãos de Toffoli – apontado pelo senador como “sócio oculto” – ingressaram com habeas corpus perante o ministro André Mendonça, relator do caso Master. Mendonça “reconheceu o direito de investigados não serem obrigados a comparecer para depoimento, em consonância com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal”, conforme descreve a nota.
A CPI também aprovou requerimentos de convites para o ministro Dias Toffoli e de convocação para seus irmãos, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, ambos sócios do empreendimento. Ontem (26), o ministro André Mendonça, STF, decidiu que os irmãos do ministro Dias Toffoli não são obrigados a comparecer à CPI.
Em nota divulgada à imprensa, Vieira diz que “o Brasil recebe com grande preocupação a decisão do ministro Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo da Maridt, empresa dos irmãos Toffoli. Como relator da CPI do Crime Organizado, informo que vamos enfrentar esta decisão em todas as instâncias possíveis”.


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