Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 27 de janeiro de 2026

O presidente Lula quer a Palestina no Conselho de Paz, porém, ainda não se manifestou sobre a participação do Brasil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, na manhã dessa segunda-feira, e conseguiu agendar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump em Washington.

Lula sugere que a Palestina passe a ter um assento no chamado Conselho da Paz, criado pelo norte-americano. Ele argumentou que a inclusão da Palestina dará maior legitimidade às discussões e defendeu que o grupo tenha um escopo mais restrito, concentrando-se exclusivamente nas questões relacionadas à Faixa de Gaza.

Afinal, todo o apoio aos terroristas tinha como estratégia, criar o caos para conquistar o estado da Palestina. Portanto, incluir a participação dos palestinos neste momento no Conselho de Paz, seria premiar os terroristas e seus patrocinadores.

Segundo o governo brasileiro, Lula aproveitou a ocasião para reforçar sua posição histórica em favor de uma reforma ampla da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele voltou a defender a ampliação do número de países com assento permanente no Conselho de Segurança, como forma de tornar o órgão mais representativo da atual configuração geopolítica global.

Na semana passada, durante um evento realizado em Salvador, ele manifestou publicamente reservas em relação à proposta de participar do Conselho de Paz. Na avaliação do presidente, a iniciativa de Trump pode resultar na criação de uma estrutura paralela à ONU, com o objetivo de concentrar maior poder político sob a liderança do governo norte-americano.

No entanto, a intenção é criar um grupo de países capaz de contribuir para a reconstrução de Gaza e participar das decisões no sentido de resgatar a democracia e a dignidade do povo palestino, que foi vilipendiada pelos terroristas que se apossaram do poder.

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