Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 5 de janeiro de 2026

Ditador Nicolás Maduro, opressor, torturador e narcoterrorista, experimenta de seu próprio veneno, o centro de detenção no distrito do Brooklyn tem superlotação e condições insalubres.

Advogados americanos já a descreveram como “o inferno na Terra”, e há juízes que se recusaram a enviar condenados para lá. É nessa prisão, no Brooklyn (Nova York, EUA), que Nicolás Maduro está detido.

Horas após ser capturado em Caracas (capital da Venezuela) por militares dos Estados Unidos (03/01), em uma operação sem precedentes que capturou o ditador e conduziu por via aérea ao navio USS Iwo Jima, transferido em seguida para a Base Naval de Guantánamo (Cuba) e, por fim, em outro avião, para Nova York.

“Good night quer dizer ‘buenas noches’ [boa noite], não é? Good night! Happy New Year (Boa noite! Feliz Ano Novo!, em tradução livre)!”, diz Maduro em um dos primeiros vídeos gravados após sua chegada à “Big Apple” (Grande Maçã, um dos apelidos dados a Nova York). Nas imagens, ele aparece algemado e escoltado por dois agentes antidrogas, vestindo um casaco esportivo, um gorro preto e calçando sandálias com meias.

O herdeiro político do falecido Hugo Chávez (1954-2013) passou pela sede da DEA (agência antidrogas dos EUA) antes de ser levado a uma cela do Centro de Detenção Metropolitano (MDC, na sigla em inglês), no Brooklyn, onde deve permanecer enquanto responde às acusações de tráfico de drogas e narcoterrorismo apresentadas pela Justiça dos Estados Unidos.

Cilia Flores, esposa de Maduro, também está detida no mesmo local.

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