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Com nota máxima em gestão fiscal, a Prefeitura de Curitiba deu passos importantes em 2025 para reduzir ainda mais a burocracia e estimular investimentos e o desenvolvimento econômico da capital. Lançou um pacote de incentivos de R$ 163 milhões para revitalizar o Centro, criou a Pars, empresa de concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs), e se consolidou como a capital mais amigável aos negócios no Brasil. O orçamento para 2026 é o maior da história, com R$ 15,42 bilhões.
Em setembro, a Prefeitura recebeu o prêmio Capacidade de Pagamento (Capag) A+, concedido pelo Tesouro Nacional, que reconhece municípios com nota máxima em gestão fiscal e também na qualidade das informações contábeis e fiscais.
“Esse prêmio é o reconhecimento do trabalho feito nos últimos anos. Há oito anos, quando assumi a Secretaria de Finanças pela primeira vez, Curitiba detinha o título de pior capital do país em liquidez financeira, letra C, proibida de realizar operações de crédito e com atrasos generalizados com fornecedores, previdência e até mesmo obrigações patronais. Graças ao Plano de Recuperação Fiscal, pudemos reverter esse quadro”, disse o secretário Vitor Puppi.
Hoje o município tem gestão fiscal equilibrada, paga todos os compromissos em dia, dispõe de uma lei municipal de responsabilidade fiscal, bate recorde de investimentos e criou um fundo anticrise, primeiro do gênero no Brasil, que usa uma parcela dos recursos do superávit fiscal para lidar com emergências econômicas e desastres naturais.
Curitiba de Volta ao no Centro e Facilita Mais
Graças à responsabilidade fiscal, a cidade lançou dois grandes projetos para estimular o desenvolvimento econômico. O primeiro é o Curitiba de Volta ao Centro, que prevê incentivos de até R$ 163 milhões até 2032 para estimular o retrofit de prédios, o restauro de imóveis históricos, a habitação popular e o fortalecimento do comércio e da cultura na região central. Informações: SECOM foto:
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