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EUA classificou o regime de Maduro como uma organização terrorista, e, ordenou um bloqueio total do petróleo com ações economica, para pressiosar o ditador a renunciar o governo
O ditador Nicolás Maduro, afirmou na quinta-feira que está aberto a negociar um acordo com os Estados Unidos, após meses de pressão militar americana contra redes de narcotráfico ligadas ao seu governo.
Em uma entrevista pré-gravada com o jornalista espanhol Ignacio Ramonet, que foi ao ar na televisão estatal, Maduro disse que a Venezuela está “pronta” para discutir um acordo de combate ao narcotráfico com os EUA. Ele pediu que os países “comecem a conversar seriamente, com dados em mãos”. Na verdade, o ditador Maduro manipula as opiniões externas para salvar a sua cabeça, e tenta descaracterizar as ações dos EUA, que têm por prioridade combater o narcotráfico e restabelecer a democracia na Venezuela.
“O governo dos EUA sabe, porque já dissemos isso a muitos de seus porta-vozes, que se eles quiserem discutir seriamente um acordo para combater o narcotráfico, estamos prontos”, disse ele. “Se eles quiserem petróleo, a Venezuela está pronta para investimentos dos EUA, como aconteceu com a Chevron, quando eles quiserem, onde eles quiserem e como eles quiserem.”
A chevron Corp. é a grande empresa petrolífera dos EUA que atualmente exporta petróleo bruto venezuelano para os Estados Unidos.
Maduro afirmou que os EUA desejam uma mudança de regime na Venezuela e acesso às suas reservas de petróleo por meio de uma campanha de pressão que já dura meses e que começou com um grande destacamento militar no Mar do Caribe em agosto.
Ele afirmou que está claro que os EUA querem “se impor por meio de ameaças, intimidação e força”.
A entrevista foi gravada na véspera de Ano Novo, no mesmo dia em que os militares dos EUA anunciaram um ataque cinético que matou cinco pessoas que matou cinco pessoas a bordo de duas embarcações operadas por organizações terroristas designadas e envolvidas no tráfico de narcóticos.
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