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“Eu falei ao Trump que nós não queremos guerra na América Latina. Nós somos uma zona de paz”, ressaltou. O presidente Lula esqueceu, que morre mais de 40 mil brasileiros por ano, vítimas de violência criminal no país.
Diante da crescente tensão entre Estados Unidos e Venezuela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta quinta (11), a postura de “unilateralismo” do governo norte-americano na política externa, em relação ao que ele qualificou como “lei do mais forte”. 

O que o presidente brasileiro não quer admitir, é que não se trata de poderio bélico, mas de uma ação contra atos antidemocráticos, corrupção, violência e narcotráfico, que são os principais causadores da miséria e pobreza da América Latina
“O unilateralismo que o presidente (Donald) Trump deseja é que aquele mais forte determine o que os outros vão fazer. É sempre a lei do mais forte”, lamentou.
Fato é que, o narcotráfico sob comando de Nicolás Maduro, afeta dos EUA, e portanto, foi declarado como terrorismo. A guerra é contra o ditador Maduro e não contra o povo da Venezuela.
Lula disse que falou “muito” com o norte-americano e manifestou contrariedade com a crise com a Venezuela. O presidente falou sobre o assunto no final de um discurso que fazia em Belo Horizonte, no lançamento da caravana federativa em Minas Gerais.
O presidente brasileiro relatou que Trump tratou do poder bélico dos Estados Unidos.
Lula ressaltou que as vias diplomáticas devem estar acionadas para resolução do conflito. “Vamos tentar utilizar a palavra como instrumento de convencimento, de persuasão, para a gente fazer as coisas certas. Vamos acreditar que a palavra, diplomaticamente, é a coisa mais forte para resolver os problemas”, defendeu Lula.
Ditador Maduro
Nesta quarta-feira (10),o ditador venezuelano classificou a apreensão do navio petroleiro do país, por militares dos Estados Unidos (EUA), de “roubo descarado” e ato de pirataria.
O navio com cerca de 1,1 milhão de barris de petróleo foi tomado pelos EUA em águas internacionais. “A política de agressão contra nosso país responde a um plano deliberado de saque de nossas riquezas energéticas”, afirmou nota do governo do ditador Nicolas Maduro.
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