Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 11 de dezembro de 2025

Um novo estudo da USIEA compara a atual cadeia de suprimentos médicos a “jogar roleta russa” com agentes mal-intencionados.

A ameaça da China pode estar mais perto de casa do que a maioria dos americanos imagina — guardada nos armários do banheiro. Um novo relatório alerta que a dependência dos EUA em relação a medicamentos fabricados na China torna o país vulnerável e aponta para uma possível solução: a priorização da produção local, ou seja, aprender a confiar em aliados em vez de adversários.

“Cerca de 90% dos medicamentos que usamos nos Estados Unidos, por exemplo, são genéricos e produzidos em sua grande maioria no exterior, principalmente na China e na Índia. E se a China decidisse, um dia, simplesmente parar de nos enviar produtos farmacêuticos por motivos políticos… estaríamos em uma situação muito difícil, porque realmente não teríamos os produtos farmacêuticos necessários para salvar vidas”, disse Peter Pitts, ex-comissário associado da FDA e membro sênior da USIEA, à Fox Business

A Associação de Educação EUA-Israel (USIEA) divulgou recentemente um relatório alertando que “nações estrangeiras estão mantendo os estoques de medicamentos dos Estados Unidos como reféns”. Isso inclui a China, que desempenha um papel fundamental na cadeia de suprimentos médicos dos EUA, já que 41% dos Materiais de Origem Essenciais (KSMs, na sigla em inglês) usados ​​em ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) aprovados nos EUA são provenientes exclusivamente da China. Fonte: Fox News

Veja Também

Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira

Mundial da FIFA, será o maior em número de participantes, com 48 seleções Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em...